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	<title>Direito &#38; Negócios &#187; Direito</title>
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	<description>Empresas, Negócios, Notícias e Artigos</description>
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		<title>Mercado de ações judiciais. Marketing jurídico?</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 19:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais. Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Acoes.jpeg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Acoes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais.</p>
<p>Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor da demanda por somas em dinheiro de maneira imediata ou periodica com vistas a um resultado futuro. Uma espécie de bolsa de ações, haja vista que uma ação judicial, cabeça de juiz e outras coisas ninguém sabe o que vai sair.</p>
<p>Destaco parte da reportagem. Leia na íntegra <a href="http://www.conjur.com.br/2012-fev-02/empresas-investimento-apostam-mercado-acoes-judiciais" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>A firma inglesa Burford Group Limited, que opera na Bolsa de Valores de Londres e se anuncia como a maior provedora de investimentos do mundo em sua área, já tem uma subsidiária atuante em Nova York, a Burford Group LLC, e se prepara agora para entrar no Canadá. A Burford Group se dedica exclusivamente a fazer investimentos de risco em um novo filão do mercado: ações judiciais com uma boa chance de obter uma alta compensação financeira, seja por decisão judicial ou por acordo. (&#8230;)</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>Os investimentos também são negociáveis. Segundo a Businessweek, a Burford investiu US$ 4 milhões na contratação da firma de advocacia Patton Boggs, para representar as comunidades indígenas do Equador no processo contra a Chevron, pelo desastre ecológico e sanitário que a empresa causou no leste do país. A Burford vendeu rapidamente a outra empresa do ramo sua participação financeira no caso, eliminando possíveis riscos do investimento, em caso de derrota nos tribunais, mas assegurando o direito a uma percentagem menor, em caso de vitória. Recentemente, um tribunal de recursos do Equador manteve decisão de primeira instância, que condenou a Chevron a pagar indenização de US$ 18 bilhões às comunidades indígenas.</em></p>
<p><em>Há outros grandes investidores no mercado &#8220;financeiro&#8221; jurídico. O Washington Post e a Private Wealth destacam a Juridica Investments e a Black Robe Capital, com sede no Reino Unidos e nos EUA, a IMF Austrália e o Credit Suisse. A Private Wealth diz que há cerca de 20 fundos privados operando nos Estados Unidos e cerca de 40, globalmente — a maior parte com sede em Londres e investimentos no Reino Unido. O negócio pode ser bem maior, de acordo com o site Lawyerist.com. &#8220;Basta fazer uma pesquisa no Google com as palavras lawsuit fund (financiamento de ação judicial), para ver como isso se transformou em um grande negócio.&#8221;</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>O financiamento de ações judiciais não é um fenômeno novo, diz a Private Wealth. A novidade é o interesse de grandes empresas financeiras, que buscam diversificação para seus investimentos. A ideia foi emprestada da prática de advogados especializados em mover ações por danos ou por indenização por acidentes, que aceitam casos em troca de uma percentagem do que for obtido por acordo ou por decisão judicial. E foi adaptada para disputas empresariais, especialmente nas áreas de propriedade intelectual, contrato, antitruste, falência e seguros. Muitas vezes, uma empresa de pequeno porte tem um caso valioso — cuja tese é bem fundamentada — contra uma grande corporação, mas não tem dinheiro para contratar uma banca à altura do processo. Esse foi o filão descoberto pelas grandes empresas financeiras.</em></p>
<p><em>Mas muitos advogados, liderados por algumas das grandes bancas americanas (como a Skadden), se opõem à essa prática. Há questões de ética a serem discutidas. Uma dúvida é sobre a necessidade dos julgadores (juízes e jurados) saberem que há interesses financeiros por trás de um caso. Além disso, os advogados podem, por exemplo, ficar sob pressão dos investidores — ou ser influenciados por eles — para tomar alguma decisão. Os investidores não estão preocupados com as regras que regem o exercício da profissão ou com a lisura dos procedimentos processuais. A eles interessam o retorno de seus investimentos.</em></p>
<p><em>Há ainda o receio de que o mercado financeiro traga para o meio jurídico alguns de seus próprios problemas. Por exemplo, muitas vezes operações financeiras são associadas a apostas. A revistaLaw Society Gazette, do Reino Unido, ilustrou uma reportagem sobre o assunto com uma imagem de cartas de baralho e fichas de pôquer.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realmente, este assunto não é novo. Nos anos 90 já conheci advogados que faziam algo similar a isto (sem envolver empresas e financeiras), mas envolvia patrocinio em prol de resultados. Hoje igualmente temos isto no Brasil, embora não de forma aberta como proposto na notícia, envolvendo financeiras e tudo mais.</p>
<p>A pergunta é: Estamos diante de um novo mercado? Será que no Brasil daria/dará certo?</p>
<p>Questiono, pois aqui temos um judiciário que limita em muito as demandas ditas &#8220;milionárias&#8221;, dando cada vez menores honorários aos advogados e principalmente deixando as ações em um patamar numérico pequeno, muitas vezes.</p>
<p>E mais: O marketing jurídico deste tipo de demanda seria como? Como demonstrar que uma ação vai atrair resultados deste ou daquele vulto?</p>
<p>Fica a reflexão&#8230;</p>
<p><strong>O que você acha? </strong>Este tipo de mercado é viável ou é muito mercantilista?</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br/">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
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		<title>Redes Sociais. Alguém ainda duvida?</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 23:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>

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		<description><![CDATA[Há bastante tempo anunciamos a importância das redes sociais no contexto de integração da marca com possíveis e clientes ativos, bem como no ranking dos buscadores. Alguns profissionais pensam que basta ter um perfil na rede para estarem prontos. Ledo engano. Há necessidade de muito mais. Precisa ter um perfil completo, precisa ter um perfil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/redessociais2.jpg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/redessociais2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Há bastante tempo anunciamos a importância das redes sociais no contexto de integração da marca com possíveis e clientes ativos, bem como no ranking dos buscadores.</p>
<p>Alguns profissionais pensam que basta ter um perfil na rede para estarem prontos. Ledo engano. Há necessidade de muito mais. Precisa ter um perfil completo, precisa ter um perfil atrativo e mais e quiçá o mais importante de tudo: Precisa ser atualizado constantemente.</p>
<p>Uma prova desta realidade não futura, mas presente, foi uma reportagem da semana passada que mostra o trabalho que o Google tem feito junto as redes sociais para disponibilizar em seus resultados aquilo que está no perfil das redes sociais.</p>
<p>Vejamos parte desta entrevista: (quer conferir na íntegra? Clique <a href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/google-esta-mudando-o-funcionamento-de-sua-busca" target="_blank">aqui</a>)</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;Estamos trazendo o seu mundo, rico de pessoas e informação, para a busca&#8221;. É assim que o Google define o Search, Plus Your World, uma repaginada no mecanismo de busca do titã da internet. <a href="http://googleblog.blogspot.com/2012/01/search-plus-your-world.html" target="_blank">De acordo com o post no blog oficial</a> da empresa, o novo recurso visa integrar mais as redes sociais aos resultados de busca do Google.</em></p>
<p><em>Basicamente, funciona da seguinte forma: hoje, você depende muito de páginas públicas, criadas por qualquer pessoa. A ideia do Google é manter essa capacidade, mas indexando também conteúdos de seus amigos em redes sociais relacionados ao termo buscado. Em outras palavras, se procurar por um determinado produto ou local, postagens de seus amigos no Facebook ou no Plus, relacionadas ao que foi procurado, também estarão nos resultados, em uma guia separada.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em bom português, se você atualiza com frequencia, tem amigos e os assuntos que posta são relevantes, você estará cada vez mais disponível para ser localizado e encontrado nas redes sociais.</p>
<p>E a pergunta que não quer calar: Como você está usando as redes sociais hoje?</p>
<p>Tem perfil pelo menos no Twitter, Facebook e LinkedIn?</p>
<p>Isto é o básico&#8230;</p>
<p>Não fique longe das redes sociais, você pode estar fora do mundo de hoje&#8230;</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr</p>
<p>www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>Processo Arbitral é tema em I Seminário das Empresas de Serviços do DF</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 20:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contábil]]></category>
		<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Distrito Federal  Sescon-DF) realiza, nos dia 1º e 2 de dezembro, o I Seminário das Empresas de Serviços do Distrito Federal, com o tema a “A Nova Contabilidade Brasileira”. A abertura oficial acontece no dia 1º, às 19h30, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left" align="center">O Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Distrito Federal  Sescon-DF) realiza, nos dia 1º e 2 de dezembro, o I Seminário das Empresas de Serviços do Distrito Federal, com o tema a “A Nova Contabilidade Brasileira”. A abertura oficial acontece no dia 1º, às 19h30, no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio – CNTC, Brasília, Distrito Federal.</p>
<p>Com público estimado em 500 pessoas, o objetivo do seminário é reunir empresários, representantes da sociedade civil, de organizações e de órgãos públicos e privados para oferecer conhecimentos técnicos e práticos a fim de auxiliar nas atividades inerentes ao setor de serviços, qualificando-os para melhor desempenhar suas funções diárias.</p>
<p>“O mercado de serviços está cada vez mais competitivo, exigindo do gestor muito preparo e planejamento, além da utilização de instrumentos que facilitam e auxiliam na manutenção e no crescimento do negócio”, argumenta o empresário e presidente do Sindicato, Cláudio Júnior. “É preciso considerar que o conhecimento técnico desempenha um papel crucial na tomada de decisão, fazendo-se necessário possuir um bom embasamento para se adequar às transformações nos campos social, econômico e político”, completa.</p>
<p>Durante o seminário, os participantes serão introduzidos às principais diferenças entre o Processo Judicial e o Processo Arbitral, de modo que o operador do Direito ou aqueles que se envolvem com o Sistema Arbitral – forma extrajudicial de resolução de conflitos – tenham condições de saber as peculiaridades de cada um e saiba atuar de acordo com estas diferenças.</p>
<p>Para o juiz de Direito, mestre em Direito das Relações Econômico-Empresariais e palestrante, Aureliano Albuquerque Amorim, nos últimos anos o Brasil despontou como um dos países que mais têm usado a arbitragem. E com a expectativa de eventos internacionais no país, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, crescerá ainda mais o interesse em torno da arbitragem.</p>
<p>&#8220;A arbitragem vem delineando caminhos inovadores para a solução de conflitos. O seu uso tornou-se uma constante, principalmente nos contratos internacionais”, aponta. Amorim acredita que é importante estimular a prática em todo o país. Como uma das vantagens do sistema arbitral no Brasil é a redução na carga de processos que o Judiciário Estatal tem de julgar. “Não tem jeito, é humanamente impossível dar conta”, afirmou.</p>
<p>O Seminário contará ainda com as palestras: Desafios das Empresas Contábeis: Crescimento, Ameaças e Oportunidades; Coaching  empresarial; SPED–FCONT 2011 e as Novidades da ECD para 2012; e Governança Corporativa: Aspectos Sociais, Ambientais e Societários.  Além disso, tratarão a questão da Competitividade nos Negócios por meio de Modelo de Excelência em Gestão.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>I Seminário das Empresas de Serviços do Distrito Federal</p>
<p><strong>Data:</strong> 1º a 2 de dezembro (quinta-feira e sexta-feira)</p>
<p><strong>Local:</strong> Auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio &#8211; CNTC, Avenida W5 -<br />
SGAS, 902, Bloco C &#8211; Brasília &#8211; DF.</p>
<p><strong>Mais informações: </strong><a href="http://WWW.sescondf.org.br"><strong>www.sescondf.org.br</strong></a><strong> </strong>ou (61) 3226-1269</p>
<p align="center">
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		<item>
		<title>Marketing, foco e sociedade</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/11/marketing-foco-e-sociedade/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Nov 2011 20:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pensamos em marketing, logo lembramos que uma das principais premissas que necessitamos para exercitar um marketing de resultado é o foco. Foco em quê? Foco em que o consumidor/cliente quer. Será mesmo? Steve Jobs dizia que seu sucesso era devido a ele não se preocupar em que o cliente quer, mas dar aquilo que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2011/11/marketingstrategy.jpeg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2011/11/marketingstrategy-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Quando pensamos em marketing, logo lembramos que uma das principais premissas que necessitamos para exercitar um marketing de resultado é o foco.</p>
<p><strong>Foco em quê?</strong></p>
<p>Foco em que o consumidor/cliente quer.</p>
<p><strong>Será mesmo?</strong></p>
<p>Steve Jobs dizia que seu sucesso era devido a ele não se preocupar em que o cliente quer, mas dar aquilo que o cliente quer, mas não sabe ainda que quer.</p>
<p>Ao meu ver, um exemplo de inovação. Basta perceber que hoje temos Iphones, Ipads e há alguns anos atrás sequer teríamos vontade ou necessidade disto. Você leitor pensou em algo misto entre um celular e um computador com foi o lançamento do primeiro Ipad? Difícil. Antes, achávamos que os celulares seriam a revolução. Então veio o Ipad. Depois os tablets. Hoje, já são usados corporativamente.</p>
<p><strong>Seria o foco a solução?</strong></p>
<p>Talvez, se aliado a questão da sociedade. Quando questiono as pessoas sobre o seu foco, escuto sempre as retóricas, foco em empresários, foco em seguimentos, foco em tipos de produtos. E a análise da sociedade em si?</p>
<p><strong>Como assim?</strong></p>
<p>Vamos pensar juntos em como a sociedade hoje se comporta: Somos 7 bilhões de pessoas. No Brasil somos mais de 192 milhões de pessoas. Alguns milhões ou milhares na sua cidade. Como elas se comportam?</p>
<p>A maioria hoje age como as músicas do Renato Russo: Sozinhas. Estão casadas, com amantes, ficantes, etc, mas numa solidão. Porque? Vivemos um mundo em que temos mil amigos no Facebook e nenhum para chorar nossas lágrimas. Temos 5 mil seguidores no twitter, mas, apenas um ou outro responde nossos gritos.</p>
<p>Gritos? Sim, gritos. Quer exemplo melhor disto que o Twitter? Cada um grita mais e mais, informa, noticia e ninguém, ou quase ninguém responde. Parece que gritamos e ninguém se interessa em ouvir, ou se escuta, não responde. O twitter é um penhasco&#8230; Temos somente nosso próprio eco.</p>
<p>O que nos causa surpresa no twitter? Quando uma empresa responde nossos questionamentos. Isto demonstra que ela está antenada nas redes sociais, que ela está conectada, que ela nos dá importância, certo?</p>
<p>Certo. E mais o quê? Que ela entendeu que se o cliente está sedento em ser ouvido, escutá-lo é mais do que simplesmente fixar uma marca, é gravar no ser humano a sua marca. Nós guardamos a gratidão, o sentimento de ajuda no momento difícil, nós somos brasileiros e somos sentimentais por natureza.</p>
<p>Então, não vamos achar que o marketing é somente foco. Marketing passa necessariamente pela análise da sociedade.</p>
<p>Você está no RS? Melhor procurar símbolos gaúchos, falar da terra, elogiar o chimarrão e enaltecer a carne&#8230; O gaúcho é por natureza bairrista. Chegar aqui querendo colocar a sua marca pode mexer nos brios gaudérios e o resultado não será bom (Casas Bahia que o digam).</p>
<p>Cada Estado tem a sua particularidade. Cada cidade, também. No RS temos muitas características, mas vender em Porto Alegre é diferente. O porto-alegrense é diferente do resto do RS. E ai de quem disser esta barbaridade &lt; eu posso porque sou porto-alegrense <img src='http://www.direitoenegocios.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />   &gt;.</p>
<p>O mesmo vale para serviços. Usar palavras certas, conhecer bem o local (cidade e quiçá município) faz a diferença. Cada povo tem cultura própria. E se você souber esta cultura, ele se sente em casa. Sentindo-se bem contigo, meio caminho andado para um contrato. O resto é competência e negociação de preço <img src='http://www.direitoenegocios.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Analisar, conhecer o ambiente social faz a diferença. O foco é esmiuçar estas questões. O marketing necessita do foco e da visão social.</p>
<p>E você? Analisa a sociedade? Está gritando e ninguém está ouvindo? Qual o seu foco?</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>Segurança dos julgamentos por email</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/10/seguranca-dos-julgamentos-por-email/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 01:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>

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		<description><![CDATA[O TJ de São Paulo lançou um serviço que seria uma tentativa de agilizar os processos: Os chamados julgamentos por email, conforme explica a reportagem da Folha on line: Apontado como avesso à modernização, o Tribunal de Justiça de São Paulo se prepara para julgar processos por e-mail, anulando as tradicionais sessões públicas, informa reportagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2011/10/julgamentoemail.jpg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2011/10/julgamentoemail-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O TJ de São Paulo lançou um serviço que seria uma tentativa de agilizar os processos: Os chamados julgamentos por email, conforme explica a reportagem da Folha on line:</p>
<blockquote><p><em>Apontado como avesso à modernização, o Tribunal de Justiça de São Paulo se prepara para julgar processos por e-mail, anulando as tradicionais sessões públicas, informa reportagem de <strong>Flávio Ferreira</strong> e <strong>Cíntia Acayaba</strong>, publicada na <strong>Folha</strong> desta sexta-feira (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1410201112.htm">íntegra</a> está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a <strong>Folha</strong>). </em></p>
<p><em>Enquanto no formato tradicional os desembargadores participam de uma sessão pública, em que apresentam seus votos, pelo novo mecanismo os magistrados não precisam mais se reunir.</em></p>
<p><em>Os votos são enviados por e-mail. Um dos desembargadores faz a contagem dos votos e prepara a sentença.</em></p>
<p><em>A resolução que definiu o chamado &#8220;julgamento virtual&#8221; entrou em vigor no dia 24 de setembro, mas ainda estão sendo feitos ajustes técnicos para a aplicação do mecanismo.</em></p></blockquote>
<p>A OAB Nacional se manifestou a respeito:</p>
<blockquote><p><em>O presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, disse ontem considerar que a decisão fere a Constituição, que determina que todos os julgamentos sejam públicos.</em></p>
<p><em>&#8220;É um precedente muito grave que pode fazer com que os tribunais julguem às escondidas&#8221;, disse. &#8220;Medidas dessa natureza se adequam muito mais a um Estado não democrático de direito.&#8221; </em>(leia artigo completo <a href="http://www1.folha.uol.com.br/poder/991062-advogados-querem-recorrer-contra-julgamento-por-e-mail.shtml" target="_blank">aqui</a>)</p></blockquote>
<p>A reflexão a se pensar é acerca do que a tecnologia tem representado para nós. Em prol das mudanças, da virtualização e principalmente em celeridade, ou melhor, pseudo-celeridade, estamos assistindo tentativas de dizer que isto é melhor porque é mais rápido, que a justiça pode ser relevada a segundo plano em prol de diminuir processos e por aí vai.</p>
<p>Precisamos muito da tecnologia para termos mais racionalidade nos julgamentos, contudo, jamais uma máquina irá substituir os juízes, desembargadores e advogados. A máquina tornará mais ágil, inteligente e com processos internos mais definidos e sem retrabalho. Agora, eliminar julgamentos ao vivo transformando-os por email &#8211; mesmo que isto seja com autorização dos advogados &#8211; está apenas burocratizando mais o trabalho do próprio advogado, que terá que se manifestar ainda sobre como quer o julgamento.</p>
<p>Daqui a pouco, vamos ter que receber intimações por email&#8230; Para alguns pode ser uma maravilha, mas temos que pensar nas questões tecnológicas&#8230; Quantas vezes são enviados emails que não recebemos? Basta um erro de SMTP e nada vai funcionar. Não sou pessimista em relação a tecnologia, bem pelo contrário, penso que será muito útil e necessária ao desenvolvimento do direito como um todo e da justiça principalmente, entretanto, é fundamental pensarmos em quais problemas podemos ter com as medidas adotadas para não criarmos um problema maior ao adotá-las.</p>
<p>O mesmo devemos pensar acerca do processo eletronico em si. Usa-lo apenas com senha é um fator de risco enorme. Porque não padronizar com certificação digital em todos os Estados do Brasil? A própria OAB pode ter convênios nacionais para aquisição da certificação digital. Imagine o preço que ela ficaria se adquirida em lotes pelo país todo?</p>
<p>Será que não aprendemos isto com as compras coletivas?</p>
<p>Por óbvio, estamos engatinhando no processo virtual e na tecnologia inserida no judiciário. Temos muito a pensar, criticar e aprender com erros e acertos.</p>
<p>O mais importante neste momento é analisar os prós e contras sem sentimentalismos, mas de maneira racional, para que tenhamos o que é melhor para o judiciário e os advogados, pois desta relação quem sai vitorioso é o cidadão.</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>#DiaDoCliente</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Sep 2011 20:41:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Cliente]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 15 de Setembro, é comemorado o dia do cliente. Algumas perguntas importantes neste dia: Quem é o seu cliente? Você conhece o seu cliente? O que você fez ultimamente ao seu cliente? Perguntas cujo as respostas são cruciais a qualquer negócio&#8230; Quem é o seu cliente? Parece óbvio, quem é o meu cliente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 15 de Setembro, é comemorado o dia do cliente. Algumas perguntas importantes neste dia:</p>
<div id="attachment_1588" class="wp-caption alignright" style="width: 242px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.diadocliente.com.br" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-1588 " style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="diadocliente" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/diadocliente-232x300.png" alt="" width="232" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Visite o site do Dia do Cliente!</p></div>
<p>Quem é o seu cliente? Você conhece o seu cliente? O que você fez ultimamente ao seu cliente?</p>
<p>Perguntas cujo as respostas são cruciais a qualquer negócio&#8230;</p>
<p><strong>Quem é o seu cliente?</strong></p>
<p>Parece óbvio, quem é o meu cliente é quem atualmente eu presto serviços ou vendo produtos&#8230; Mas, não é tão óbvio assim. Pergunte-se porque o cliente x compra ou usa seus serviços e outros conhecidos dele não. Porque você vende mais na cidade X e menos na cidade Y, e assim por diante.</p>
<p>Porque o cliente tem perfil. Nada é por acaso. Existe um motivo pelo qual o cliente compra ou não da sua empresa. Identificar quem é o seu cliente, porque ele compra é o primeiro passo.</p>
<p><strong>Você conhece o seu cliente?</strong></p>
<p>Não conhecer apenas o seu perfil de compra ou usabilidade da sua empresa. Conhecer o que ele faz, como ele se relaciona com o mercado. O verdadeiro cliente seu é o cliente do seu cliente. É o cliente do seu cliente que faz o seu cliente estar bem economicamente para contratar ou não os seus serviços. Quem é o cliente do advogado empresarial? A empresa que ele presta assessoria? Não! É o cliente da empresa que ele presta assessoria. Este é que vai fazer o mercado manter a contratação do profissional.</p>
<p>Conhecer do mercado, suas nuances é essencial. Conhecer profundamente o mercado do seu cliente é um diferencial. Orientar seu cliente neste mercado é sinônimo de fidelidade.</p>
<p><strong>O que você fez ultimamente ao seu cliente?</strong></p>
<p>Conheço escritórios que tem empresas por mais de 10 anos como clientes, enchem a boca para dizer que tem clientes deste a sua abertura da empresa e por aí vai. Daí, aparece um escritório maior ou menor, melhor aparelhado e leva o seu cliente. Parece situação corriqueira de mercado, não?</p>
<p><strong>Mas, não é. E pior: é evitável.</strong></p>
<p>Normalmente &#8211; óbvio que há exceções &#8211; os clientes trocam de profissionais contratados não por motivos unicamente financeiros ou essencialmente técnicos. Mudam, porque o cliente trata o profissional contratado há varios anos como sua esposa (marido), ou seja, como uma relação de rotina. De um lado, o escritório acha que está tudo bem, o cliente continua mandando ações, etc. De outro lado, o cliente está estressado, mas releva certas falhas do escritório, tenta compreender. Até que aparece no mercado outro escritório, com qualidade, prazo, visão de mercado. Começa a abordar o cliente com produtos específicos que o outro escritório sequer pensou. Traz ao cliente as realidades de mercado atuais e as que estão por vir. Se mostra preparado e com preço competitivo (sem ser preço vil).</p>
<p>Daí ocorre a separação por uma mulher mais nova, quer dizer, por um escritório mais novo (independente de tempo de existência do escritório), afinal, vassoura nova varre melhor, e o segredo da mantenção de clientes é justamente a vassora velha se renovar.</p>
<p>Todos dizem que para manter um casamento é necessário a quebra da rotina. Eu inclusive afirmo isto. Mas, poucos, muito poucos mesmo, fazem algo a respeito. Surpreender a sua parceira com algo diferente, ser atencioso, carinhoso, isto renova qualquer relação.</p>
<p>E com o cliente? Vale a mesma regra. Veja o mercado, esteja a frente dele e demonstre isto ao cliente. Lembre-se: Não basta ser, tem que aparentar ser.</p>
<p><strong>Aproveite o dia do cliente para mudar seus conceitos acerca dele. Seu negócio agradece!</strong></p>
<p>* Observação: Você entendeu o porque do título com o símbolo # na frente do dia do cliente? Esta é a forma de como usamos no twitter para destacar assuntos importantes e ser localizado por outros usuários. Se você não entendeu isto, cuidado. Estar nas redes sociais também é importante para o seu cliente e para você.</p>
<p>Pense nisto!<br />
______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>Boletos falsos em nome do INPI</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/07/boletos-falsos-inpi/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 14:17:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcas e Patentes]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[boletos falsos]]></category>
		<category><![CDATA[crime]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[inpi]]></category>
		<category><![CDATA[marcas e patentes]]></category>
		<category><![CDATA[registro de marca]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas e/ou pessoas estão enviando boletos em nome do INPI, cometendo fraudes que serão investigadas. O INPI reafirma que não envia boletos para os usuários e informa que irá entrar em contato com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal para que tais crimes sejam devidamente apurados. A única forma de recolher as taxas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/07/BOLETO_INPI_FALSO_P.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1272" title="BOLETO_INPI_FALSO_P" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/07/BOLETO_INPI_FALSO_P-224x300.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>Empresas e/ou pessoas estão enviando boletos em nome do INPI, cometendo fraudes que serão investigadas. O INPI reafirma que não envia boletos para os usuários e informa que irá entrar em contato com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal para que tais crimes sejam devidamente apurados.</p>
<p>A única forma de recolher as taxas do INPI são as Guias de Recolhimento da União (GRUs), geradas caso a caso, no site do INPI. O Instituto lamenta que tais práticas continuem existindo, até por configurarem crimes graves.</p>
<p>As denúncias sobre envio de boletos para realizar serviços do INPI não são novas. O problema é que, nas denúncias atuais, o cedente aparece como o próprio Instituto Nacional da Propriedade Industrial &#8211; o que não é verdade. Portanto, o nome da Autarquia está sendo usado de forma indevida e fraudulenta.</p>
<p>Um exemplo disso foi um boleto da Caixa Econômica Federal, em nome do INPI, enviado para um usuário, que fez a denúncia para o Instituto. Confira abaixo um boleto que usou o nome do Instituto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: INPI</p>
<p>Recomendamos que assista o vídeo &#8220;<strong>Golpe das Marcas</strong>&#8221; que explica outros tipos de golpe sofridos pelos empresários:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/QfRmDx46cKY" frameborder="0" width="425" height="349"></iframe></p>
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		<title>Advocacia e Negócios</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/06/advocacia-e-negocios/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[marketing jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo J.P Morgan: “Eu não contrato advogados para me dizer o que eu não posso fazer, mas sim para me dizer como fazer o que eu quero fazer”﻿. Impactante, não? Ou será a realidade? Com absoluta convicção, esta é a realidade do mercado hoje. Não precisamos mais dos tradicionais advogados. Precisamos cada vez mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo J.P Morgan: “Eu não contrato advogados para me dizer o que eu não posso fazer, mas sim para me dizer como fazer o que eu quero fazer”﻿.</p>
<p>Impactante, não?</p>
<p>Ou será a realidade?</p>
<p>Com absoluta convicção, esta é a realidade do mercado hoje.</p>
<p>Não precisamos mais dos tradicionais advogados. Precisamos cada vez mais de advogados engajados nos negócios dos clientes, mais focados em resultados práticos do que resultados jurídicos.</p>
<p>Vejamos um quadro comparativo:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://gestao.adv.br/blog_gestaoadvbr/wp-content/uploads/2010/08/quadro.png" alt="" width="436" height="112" /></p>
<p>Estas regras valem tanto para advogados que atuam em pessoas jurídicas como para pessoas físicas.</p>
<p>Por que, se são públicos diferentes?</p>
<p>Porque, em primeiro lugar, as empresas só existem se houverem as pessoas.</p>
<p>Segundo, porque as pessoas precisam ser cada vez mais objetivas neste mundo moderno.</p>
<p>Terceiro, porque ser racional, objetivo, direto e avaliar riscos, faz parte de qualquer função atualmente.</p>
<p>Não pensar no mercado como um termômetro das nossas atitudes é o mesmo que ir nadar sem conhecer o rio, lagoa ou mar… Só podemos afundar mesmo.</p>
<p>A advocacia está se modificando, se moldando, precisando cada vez mais de profissionais de mercado e menos de romantistas e escritores de teses.</p>
<p>Você não acredita nisto?</p>
<p>Procure separar um tempo para ler sobre o mercado atual, qual empresa comprou outra, variações cambiais, negócios existente entre os ramos, riscos, e por aí afora. Depois de estar mais familiarizado com isto, busque ver como estas informações podem ser úteis no dia a dia do seu escritório e da realidade dos seus clientes.</p>
<p>Antes desta reflexão, você não está preparado para responder o questionamento acima.</p>
<p>Advocacia e negócios… Um completa o outro. Um vive do outro. Um existe pelo outro.</p>
<p>Pense e, sobretudo, viva esta realidade!</p>
<p><a href="mailto: gustavo@gestao.adv.br ">Gustavo Rocha</a><br />
Diretor da Consultoria <a href="http://www.gestao.adv.br" target="_blank">Gestão.Adv.Br</a><br />
Coordenador Executivo e Professor do Curso de Extensão em Gestão Estratégica para escritórios de advocacia e departamentos jurídicos da Unisinos/RS</p>
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		<title>Empresa não responde por discriminação</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2010/11/empresa-nao-responde-por-discriminacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 18:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afro]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[empresas e negócios]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa não pode ser punida por prática de discriminação racial contra empregado se a eventual ofensa partiu de iniciativa particular de outro funcionário, sem que o empregador tivesse ciência do fato ocorrido. O entendimento é da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que rejeitou recurso de um ex-segurança e manteve a decisão do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/11/1134086_78190653.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-980" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="1134086_78190653" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/11/1134086_78190653-205x300.jpg" alt="" width="205" height="300" /></a>A empresa não pode ser punida por prática de discriminação   racial contra empregado se a eventual ofensa partiu de iniciativa particular   de outro funcionário, sem que o empregador tivesse ciência do fato ocorrido.   O entendimento é da 2ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que rejeitou   recurso de um ex-segurança e manteve a decisão do Tribunal Regional da 9ª   Região (PR) para negar o pedido de indenização.</p>
<p>O caso é de um ex-empregado de uma agência de automóveis do Paraná, que   entrou com ação trabalhista. Ele alegou ofensa moral que teria sido praticada   pelos colegas contra ele por e-mail. Ele alegou que a ofensa começou com a   orientação do gerente, também por mensagem eletrônica, para que seus   subordinados agissem com cautela quando tratasse com o autor da ação.</p>
<p>A decisão inicial do juiz da Vara do Trabal ho considerou a empresa culpada   no episódio e condenou-a ao pagamento de 250 salários mínimos por danos   morais. Mas, ao analisar recurso do empregador, o Tribunal Regional do   Trabalho da 9ª Região (PR) decidiu excluir a condenação. O autor recorreu ao   TST com Recurso de Revista.</p>
<p>O relator do processo na 2ª Turma, ministro Renato de Lacerda Paiva,   verificou que a decisão do TRT se baseara na análise correta dos fatos, o que   possibilitou a conclusão pela inexistência de perseguição ou ato   discriminatório por parte da empresa em relação ao empregado. Qualquer   atitude nesse sentido, concluiu, partiu dos seus colegas, sem o conhecimento   e consentimento da empresa, além do que as alegadas ofensas foram feitas após   a demissão do segurança. “Se os correios eletrônicos são particulares, os   seus conteúdos só podem, igualmente, ser de exclusiva responsabilidade   reservada”, afirmou o ministro Renato de Lacerda Paiva.</p>
<p>A 2ª Turma decidiu, por unanim idade, rejeitar o recurso do empregado contra   a decisão do TRT, que inocentou a empresa paranaense do pagamento do dano   moral pedido pelo empregado. Com informações da Assessoria de Imprensa do   TST.<br />
RR-20024-2003-001-09-00.3</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.consultorjuridico.com.br" target="_blank">Conjur</a></p>
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		<title>Os inventores brasileiros e a &#8220;Síndrome do Milhão&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 18:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marcas e Patentes]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito e negócios]]></category>
		<category><![CDATA[inventores]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
		<category><![CDATA[patente]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome do Milhão]]></category>

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		<description><![CDATA[É incrível a quantidade de pessoas que eu conheço que deseja inventar algo muito bom e vender a patente, ganhar uma fortuna com isso e se aposentar. Isso até é possível, mas não é fácil, exige conhecimento de mercado, paciência e uma boa dose de sorte. O maior problema que vejo nos inventores brasileiros é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/11/616474_50053257.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-952" title="616474_50053257" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/11/616474_50053257-300x262.jpg" alt="" width="300" height="262" /></a>É incrível a quantidade de pessoas que eu conheço que deseja inventar algo muito bom e vender a patente, ganhar uma fortuna com isso e se aposentar.</p>
<p>Isso até é possível, mas não é fácil, exige conhecimento de mercado, paciência e uma boa dose de sorte.</p>
<p>O maior problema que vejo nos inventores brasileiros é a &#8220;<span style="font-weight: bold;">Sindrome do Milhão</span>&#8220;.</p>
<p>Não conseguiria contar quantos já nos procuraram com inventos de todo tipo, bons, ótimos e absurdos, todos achando que iriam vender a patente pela cifra mágica de <span style="font-weight: bold;">UM MILHÃO DE REAIS</span>.</p>
<p>Bem, eles esquecem que há um processo enorme que precede o produto no balcão/prateleira.</p>
<p>Primeiro terá que ser feita uma análise preliminar de mercado, depois feitos moldes, formas, máquinas terão que ser adaptadas ou até &#8220;inventadas&#8221; para a produção, fornecedores e materiais terão que ser selecionados, daí uma nova avaliação de mercado &#8211; desta vez sabendo o custo e, por consequência, o preço final do produto.</p>
<p>Imagine que alguém invente uma máquina de preparar salada. Ela prepara todo tipo de salada, tomate, alface, pepino, pimentão, etc&#8230; lava, descasca, corta e higieniza &#8211; fantástica, certo?</p>
<p>Como hoje em dia todo mundo quer ser saudável, o público-alvo é imenso, falamos de dezenas de milhões de brasileiros, certo?</p>
<p>Mas se essa máquina fantástica custar R$ 100.000,00 &#8211; vale a pena produzí-la?</p>
<p>Bem, mesmo em produtos baratos o problema da Síndrome do Milhão pode acontecer&#8230;</p>
<p>O Clip de papel (esse que usamos para prender algumas folhas) tem sua invenção atribuida ao Norueguês Johan Vaaler, para saber mais da história dele e o que o Clip de Papel representa para a Noruega (lá existe até um monumento em seu louvor), clique <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paper_clip"><span style="font-weight: bold;">aqui</span></a>.</p>
<p>O que poucos falam e eu não consegui achar agora o texto original (se encontrar posteriormente eu adiciono aqui) é que esse inventor morreu sem ganhar um único centavo por seu invento, apesar de tê-lo protegido primeiramente na Alemanha e (diz a lenda) posteriormente nos EUA onde há o maior consumo deste produto.</p>
<p>Reza a lenda que ele queria um valor absurdo pela patente, então, as empresas que poderiam ter sua licença ou até comprá-la simplesmente esperaram a patente vencer (sim, patentes tem um prazo de validade!) e depois passaram a produzir, sem a necessidade de pagar nenhum <span style="font-style: italic;">royaltie</span>.</p>
<p>Veja mais alguns links sobre o Clipe de Papel:</p>
<p><a href="http://www.maxideia.com/pt_pt/maxcontent/documento/10136/edicoes-dicionario-digital/sabia-que-o-clip-teve-de-esperar-600-anos-para-aparecer/">O clip teve que esperar 600 anos para aparecer</a></p>
<p><a href="http://orihime.multiply.com/reviews/item/5">Ícones do Design: Clipe de Papel</a></p>
<p>É isso que acontece com <span style="font-weight: bold;">PATENTES VENCIDAS</span>, você pode produzir sem pagar nada ao inventor.</p>
<p>Então, se você é inventor, <span style="font-weight: bold;">CUIDADO COM A SÍNDROME DO MILHÃO</span>!</p>
<p>Se você é empresário, que tal dar uma olhada nas patentes vencidas? Pode ter alguma coisa interessante para sua empresa&#8230;</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Rudinei R. Modezejewski<br />
<a href="http://www.e-marcas.com.br">http://www.e-marcas.com.br</a><br />
<a href="http://www.lexperfecta.com.br">http://www.lexperfecta.com.br</a><br />
<a href="http://www.direitoenegocios.com">http://www.direitoenegocios.com</a></p>
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