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	<title>Direito &#38; Negócios &#187; Tributário</title>
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	<description>Empresas, Negócios, Notícias e Artigos</description>
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		<title>STJ Admite a legalidade do repasse do Pis e da Cofins nas tarifas de telefonia e energia elétrica</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 01:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O STJ no dia 25 de agosto de 2010, pois fim a discussão referente ao repasse das contribuições do PIS e da COFINS nas tarifas de telefonia. O Ilustre Ministro Luiz Fux, relator do processo, entendeu que o repasse é legítimo, pois essa possibilidade está prevista na Lei de Telecomunicações. O julgamento tinha sido suspenso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" title="STJ" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/image91.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-515" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="image9" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/image91-300x106.jpg" alt="" width="300" height="106" /></a>O STJ no dia 25 de agosto de 2010, pois fim a discussão referente ao repasse das contribuições do PIS e da COFINS nas tarifas de telefonia. O Ilustre Ministro Luiz Fux, relator do processo, entendeu que o repasse é legítimo, pois essa possibilidade está prevista na Lei de Telecomunicações. O julgamento tinha sido suspenso em junho por um pedido de vista do Ministro Benedito Gonçalves. Naquela oportunidade os consumidores estavam vencendo a disputa por quatro votos a dois.</p>
<p>Ocorre que posteriormente a situação se inverteu, o Ministro Benedito Gonçalves acompanhou o voto do relator e ponderou pela preservação da tarifa que constou na proposta vencedora da licitação do serviço público, para que se tenha a justa remuneração e a prestação adequada do serviço. A Ministra Eliana Colmon, sob o argumento de que a sistemática do repasse é permitida pela lei votou a favor das concessionárias. Por fim o Ministro Humberto Martins, que havia votado favoravelmente aos consumidores, decidiu mudar seu voto, o que resultou em um placar de seis votos a três a favor das concessionárias.</p>
<p>Como conseqüência da decisão sobre o repasse do PIS e da COFINS nas tarifas de telefonia o STJ em decisão posterior também considerou legal o repasse das contribuições do PIS e da COFINS na tarifas de Energia Elétrica. Para o Ministro Teori Zavascki, a discussão esta no fato de ser legitima ou não a cobrança de uma tarifa cujo valor é estabelecido e controlado pela Administração Pública e no qual foi embutido o custo correspondente àqueles tributos devidos ao Fisco pela concessionária, e não se o consumidor de Energia Elétrica pode ser elevado à condição de contribuinte do PIS e da Cofins em referida operação,o que claramente não o é. Em seu voto, o ministro ressaltou, ainda, o princípio contratual da manutenção do equilíbrio econômico-financeiro.</p>
<p>Hamir de F. Nadur OAB-SP 270.042</p>
<p>Sócio da Nadur, Tebecherani &amp; Fonseca Sociedade de Advogados</p>
<p>(<a href="mailto: hamir@ntfadvogados.com">hamir@ntfadvogados.com</a> / <a href="http://www.ntfadvogados.com" target="_blank">www.ntfadvogados.com</a> )</p>
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		<title>Ilegalidade no repasse do PIS e da COFINS para os consumidores</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2010/08/ilegalidade-no-repasse-do-pis-e-da-cofins-para-os-consumidores/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 19:46:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DA ILEGALIDADE DO REPASSE DAS CONTRIBUIÇÕES DO PIS E DA COFINS AOS CONSUMIDORES DE TELEFONIA FIXA E ENERGIA ELÉTRICA. Recentes decisões do Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ, firmaram o entendimento de ser ilegal, em virtude da ausência de previsão legal, o repasse aos consumidores, das contribuições do PIS e a COFINS, devidas pelas concessionárias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/image91.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-515" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="image9" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/image91-300x106.jpg" alt="" width="300" height="106" /></a>DA ILEGALIDADE DO REPASSE DAS CONTRIBUIÇÕES DO PIS E DA COFINS AOS CONSUMIDORES DE TELEFONIA FIXA E ENERGIA ELÉTRICA.</strong></p>
<p>Recentes decisões do Superior Tribunal de Justiça &#8211; STJ, firmaram o entendimento de ser ilegal, em virtude da ausência de previsão legal, o repasse aos consumidores, das contribuições do PIS e a COFINS, devidas pelas concessionárias de Energia Elétrica e Telefonia Fixa a União.</p>
<p>Assim, e virtude da ausência de expressa e inequívoca previsão legal, não pode as concessionárias de telefonia fixa e energia elétrica repassarem aos consumidores, seja pessoa física ou jurídica, as contribuições referentes ao PIS e a COFINS, sendo que se fizerem fica caracterizado abuso de conduta e má-fé, devendo RESTITUIR em DOBRO os valores indevidamente exigidos.</p>
<p>Dessa forma, constatada a ilegalidade do repasse do PIS e da COFINS nas faturas telefônicas e de energia elétrica, é possível o consumidor pleitear judicialmente que as concessionárias destes serviços se abstenham de repassar o PIS e a COFINS em suas faturas mensais e, ao final, restituam em dobro os valores anteriormente cobrados de forma indevida pelas concessionárias de telefonia fixa e energia elétrica.</p>
<p><strong>Hamir de F. Nadur OAB-SP 270.042</strong></p>
<p><strong>Sócio da Nadur, Tebecherani &amp; Fonseca Sociedade de Advogados</strong></p>
<p><strong>(<a href="mailto:hamir@ntfadvogados.com">hamir@ntfadvogados.com</a> / <a href="http://www.ntfadvogados.com/">www.ntfadvogados.com</a> ) </strong></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2010%2F08%2Filegalidade-no-repasse-do-pis-e-da-cofins-para-os-consumidores%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><div id="tweetbutton514" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fsva1x&amp;via=direitonegocios&amp;text=Ilegalidade%20no%20repasse%20do%20PIS%20e%20da%20COFINS%20para%20os%20consumidores&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2010%2F08%2Filegalidade-no-repasse-do-pis-e-da-cofins-para-os-consumidores%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.direitoenegocios.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Tributação por gotejamento e aspersão</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 17:35:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pedro Paulo Serignolli]]></category>
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		<description><![CDATA[A Constituição Federal de 1988 incumbiu à União a instituição do sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos e a definição dos critérios de outorga de direitos de seu uso. (art. 22, XIX). Coube à Lei de Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) a criação do aludido sistema, que tem por objetivos coordenar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/813683_48364839.jpg"><img class="size-medium wp-image-510 alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/813683_48364839-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>A Constituição Federal de 1988 incumbiu à União a instituição do sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos e a definição dos critérios de outorga de direitos de seu uso. (art. 22, XIX).</p>
<p>Coube à Lei de Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei 9.433/97) a criação do aludido sistema, que tem por objetivos coordenar a gestão integrada das águas, arbitrar administrativamente os conflitos relacionados com os recursos hídricos, implementar a Política Nacional de Recursos Hídricos, planejar, regular e controlar o uso, a preservação e a recuperação dos recursos hídricos, e promover a cobrança pelo uso de recursos hídricos.</p>
<p>Integram esse Sistema o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), a Agência Nacional de Águas (ANA), os Conselhos de Recursos Hídricos dos Estados e do Distrito Federal, os Comitês de Bacia Hidrográfica, os órgãos dos poderes públicos federal, estaduais, do Distrito Federal e municipais cujas competências se relacionem com a gestão de recursos hídricos e as Agências de Água.</p>
<p>À Agência Nacional de Águas (ANA) foi atribuída a incumbência de conceder as outorgas para utilização dos recursos hídricos de domínio da União, bem como a tarefa de fiscalizar o uso desses recursos, tudo conforme estatuído nas Leis 9.433/1997 e 9.984/2000.</p>
<p>Muito embora já houvesse uma previsão genérica de fiscalização do uso dos recursos hídricos de domínio da União pela ANA, conforme o art. 4.º, inciso V da Lei 9.984/2000, a Medida Provisória (MP) 437, de 29 de julho de 2008, acrescentou mais uma função de fiscalização à referida Agência. O inciso XIX e o § 8.º acrescidos ao art. 4.º da Lei 9.984/2000, pela MP 437, tinham o seguinte teor:</p>
<p><em>“XIX &#8211; regular e fiscalizar, quando envolverem corpos d’água de domínio da União, a prestação dos serviços públicos de irrigação, se em regime de concessão, e adução de água bruta, cabendo-lhe, inclusive, a disciplina, em caráter normativo, da prestação desses serviços, bem como a fixação de padrões de eficiência e o estabelecimento de tarifa, quando cabíveis, e a gestão e auditagem de todos os aspectos dos respectivos contratos de concessão, quando existentes.</em></p>
<p><em>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>§ 8.º &#8211; No exercício das competências referidas no inciso XIX deste artigo, a ANA zelará pela prestação do serviço adequado ao pleno atendimento dos usuários, em observância aos princípios da regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia, modicidade tarifária e utilização racional dos recursos hídricos.” (NR)”</em></p>
<p>Posteriormente, a Lei 12.058/2009 tornou definitivas estas alterações.</p>
<p>Portanto, além da função genérica de fiscalização dos recursos hídricos prevista no inciso V do art. 4.º da Lei 9.984/2000, passou, também, a ser incumbência da ANA, regular e fiscalizar os serviços públicos de irrigação, e adução de água bruta em corpos d’água domínio da União, se em regime de concessão.</p>
<p>E, para não perder a oportunidade, a MP 437/2008 criava mais um tributo para o contribuinte brasileiro. Tratava-se da “taxa de fiscalização” pelo exercício de poder de polícia pela ANA, compreendido na fiscalização da prestação dos serviços públicos de irrigação e operação da adução de água bruta, se em regime de concessão ou autorização.</p>
<p>Como contribuintes, figuravam as concessionárias dos serviços públicos de irrigação e de operação da adução de água bruta, durante a vigência dos respectivos contratos de concessão ou autorização.</p>
<p>A taxa não foi aprovada, vez que a MP 437/2008 foi revogada pela MP 439, de 29 de agosto de 2008, e, finalmente, pela Lei 11.805/2008.</p>
<p>Mas ainda não estamos livres de mais um tributo, pois, tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei de autoria do Poder Executivo “ressuscitando” a referida taxa de fiscalização.</p>
<p>Veja como atua o Governo. Primeiro aumentou as atribuições da ANA e tentou emplacar mais um tributo goela à baixo do contribuinte, via medida provisória. Porém, sem sucesso. Agora, tenta a aprovação do projeto de lei 5.230/2009 para a “recriação” da famigerada taxa de fiscalização. Assim, o Governo vai tentando colocar, mais um pouco, a mão no bolso do contribuinte. E, neste caso específico, cria a “tributação por gotejamento e aspersão”.</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Autor:</strong> Pedro Paulo Grizzo Serignolli, advogado militante desde 1993, com especialização em Direito Tributário pela Universidade de Santa Catarina UNISUL/Rede LFG, e, especialização em “Instrumentos Jurídicos, Econômicos e Institucionais Para o Gerenciamento de Recursos Hídricos” – Universidade Federal da Paraíba – UFPB. Vice-presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente (COMDEMA) de Jaú/SP (2009/2010).</p>
<p style="padding-left: 30px;"><strong>Site:</strong> <a href="http://serignolli.wordpress.com/">http://serignolli.wordpress.com</a> e    <a href="http://www.serignolli.com.br/">http://www.serignolli.com.br</a></p>
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		<title>Projeto de lei permite que Empresas excluam do faturamento Receita de Exportação</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2010/07/projeto-de-lei-permite-que-empresas-excluam-do-faturamento-receita-de-exportacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 13:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<category><![CDATA[receita de exportação]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi encaminhada ao Congresso Nacional proposta de Projeto de Lei complementar que faz parte de um pacote de estímulo à exportação. Se referido projeto for aprovado as Micro e Pequenas Empresas receberão uma serie de benefícios, dentre eles a possibilidade de exportarem R$ 2,4 milhões além do que já faturam internamente sem se desenquadrarem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi encaminhada ao Congresso Nacional proposta de Projeto de Lei complementar que faz parte de um pacote de estímulo à exportação.</p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/07/1086518_66089772.jpg"><img class="size-medium wp-image-407 alignright" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="1086518_66089772" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/07/1086518_66089772-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a>Se referido projeto for aprovado as Micro e Pequenas Empresas receberão uma serie de benefícios, dentre eles a possibilidade de exportarem R$ 2,4 milhões além do que já faturam internamente sem se desenquadrarem do Simples Nacional, ou seja, as Micro e Pequenas Empresas inscritas no Simples Nacional poderão excluir do faturamento global as receitas derivadas de exportações, podendo assim dobrar o seu faturamento e continuar se beneficiando do regime tributário diferenciado ao qual estão sujeitas as empresas optante pelo Simples.</p>
<p>Outro beneficio é a possibilidade de o governo federal conceder margem de preferência a bens e serviços para empresas nacionais, que poderão ganhar licitações mesmo com a oferta de preço 25% superior ao similar importado.</p>
<p>Outros benefícios anunciados foram: facilitar o acesso a financiamentos para exportação com prazos mais flexíveis; maior agilidade na restituição de créditos tributários federais aos exportadores; isenção tributária sobre insumos nacionais para bens exportados (draw-back isenção); criação do fundo garantidor de infra-estrutura; criação da Empresa Brasileira de Seguros; criação do Fundo Garantidor de Comércio Exterior e do EXIM Brasil dentre outros.</p>
<p><a href="mailto:hamir@ntfadvogados.com"><strong>Hamir de F. Nadur</strong></a> <strong>(Sócio da Nadur, Tebecherani &amp; Fonseca Sociedade de Advogados &#8211; </strong><strong><strong><a href="http://www.ntfadvogados.com/" target="_blank">www.ntfadvogados.com</a></strong></strong><strong>)</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong><a href="mailto:hamir@ntfadvogados.com"><br />
</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ntfadvogados.com/"><br />
</a></strong></p>
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