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	<title>Direito &#38; Negócios &#187; Jurídica</title>
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	<description>Empresas, Negócios, Notícias e Artigos</description>
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		<title>Vamos ser diretos?</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 21:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídica]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos ser objetivos e práticos hoje? Primeiro: Texto para reflexão: &#160; Os campos definidos (Paulo Coelho) Vai ser a minha participação mais importante no Festival de Escritores em Melbourne, Austrália. São dez da manhã, a plateia está lotada. Serei entrevistado por um escritor local, John Felton. Piso no palco com a apreensão de sempre. Felton [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos ser objetivos e práticos hoje?</p>
<p>Primeiro: Texto para reflexão:</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote>
<h2><em>Os campos definidos (Paulo Coelho)</em></h2>
<p><em>Vai ser a minha participação mais importante no Festival de Escritores em Melbourne, Austrália. São dez da manhã, a plateia está lotada. Serei entrevistado por um escritor local, John Felton.</em></p>
<p><em>Piso no palco com a apreensão de sempre. Felton me apresenta, e começa a me fazer perguntas.</em></p>
<p><em>Antes que eu possa terminar um raciocínio, ele me interrompe e faz uma nova pergunta. Quando respondo, comenta algo como “esta resposta não foi bem clara”.</em></p>
<p><em>Cinco minutos depois, nota-se um mal-estar na plateia – todos estão percebendo que há algo errado.</em></p>
<p><em>Lembro-me de Confúcio, e faço a única coisa possível:</em></p>
<p><em>“Você gosta do que eu escrevo?”, pergunto.</em></p>
<p><em>“Isso não vem ao caso”, responde. “Sou eu a entrevistá-lo, e não o contrário”.</em></p>
<p><em>“Vem ao caso, sim. Você não me deixa concluir uma ideia. Confúcio disse: ‘sempre que possível, seja claro’. Vamos seguir este conselho e deixar as coisas claras: você gosta do que escrevo?”</em></p>
<p><em>“Não, não gosto. Só li dois livros, e detestei”.</em></p>
<p><em>“OK, então podemos continuar”.</em></p>
<p><em>Os campos agora estavam definidos. A plateia relaxa, o ambiente enche-se de eletricidade, a entrevista vira um verdadeiro debate, e todos – inclusive Felton – ficam satisfeitos com o resultado.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Reflexão:</p>
<blockquote><p><strong>Você é objetivo naquilo que procura?</strong></p>
<p><strong>Você tem objetivos claros e definidos?</strong></p>
<p><strong>Você persegue com entusiasmo seus objetivos?</strong></p></blockquote>
<p>Caso não seja assim, como pretende chegar lá?</p>
<p>Devemos ser diretos e objetivos, sem sermos obtusos. A questão é:</p>
<blockquote><p><em>Podemos mensurar?</em></p>
<p><em>Temos benefício no negócio?</em></p>
<p><em>Quando, como e onde acontecerá?</em></p>
<p><em>Este passo é dentro das nossas capacidades?</em></p></blockquote>
<p>Para que ficar enrolando com reuniões longas, sem foco? Uma verdadeira perda de tempo&#8230;</p>
<p>É amigo leitor&#8230; Certas coisas são diretas e objetivas. Não esqueça disto.</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<item>
		<title>Sete hábitos segundo Stephen Covey</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 16:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[7 hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Stephen Covey]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro sete hábitos de pessoas altamente eficazes é um sucesso do autor Stephen Covey. Ele traz 7 ideias para que o sucesso seja presente na sua vida. São ideias simples, mas realmente podem fazer a diferença, dependendo de como você encarar cada um no seu caminho. Os 7 hábitos são: Hábito 1: Ser Proativo; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O livro sete hábitos de pessoas altamente eficazes é um sucesso do autor Stephen Covey. Ele traz 7 ideias para que o sucesso seja presente na sua vida. São ideias simples, mas realmente podem fazer a diferença, dependendo de como você encarar cada um no seu caminho.</p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/10/os-7-habitos-das-pessoas-altamente-eficazes.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1787" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="os-7-habitos-das-pessoas-altamente-eficazes" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/10/os-7-habitos-das-pessoas-altamente-eficazes.jpg" alt="" width="327" height="490" /></a>Os 7 hábitos são:</p>
<ul>
<li>Hábito 1: Ser Proativo;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hábito 3: Primeiro o Mais Importante;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hábito 6: Criar Sinergia;</li>
</ul>
<ul>
<li>Hábito 7: Afinar o Instrumento.</li>
</ul>
<p>Comentários para prestadores de serviço destes hábitos.</p>
<p><strong>Hábito 1: Ser Proativo</strong></p>
<p>Você duvida que ser proativo é um hábito eficaz? Óbvio que não. Precisamos de pessoas que pensem em primeiro lugar. Sim, ser proativo significa pensar. É pensando que ideias se transformam em atitudes.</p>
<p><strong>Hábito 2: Começar com o Objetivo em Mente</strong></p>
<p>Saiba para aonde está indo. Planejamento, objetivos claros levam a uma execução perfeita. Apenas ir aonde os outros estão indo não levará você ao sucesso. Crie seu caminho. Tenha seus objetivos claros antes de executá-los.</p>
<p><strong>Hábito 3: Primeiro o Mais Importante</strong></p>
<p>Aprenda a priorizar suas tarefas. Escolha pela importância de tempo versus consequencia destas escolhas.</p>
<p><strong>Hábito 4: Mentalidade Ganha-Ganha</strong></p>
<p>Aprenda que negócios são negócios e amigos são amigos. Em termos de negócios, as relações devem ser ganha ganha. Indicou clientes? Fez processos em conjunto? Dividiu conhecimento sobre a tese? Porque não dividir o que ganhou adivindo da tua atitude?</p>
<p><strong>Hábito 5: Procure Primeiro Compreender, Depois ser Compreendido</strong></p>
<p>Isto vale mais do que para negócios, vale para vida. Não pense que tudo é contra você ou que o texto escrito fala mal de você. Tente compreender o contexto, os porquês, relevar paixões, pois tudo na vida é passageiro. O texto está grosseiro? Ligue para a pessoa. Vá até ela e converse. Compreender, perdoar e aceitar as diferenças são mais do que sinais de maturidade. São a forma de viver em paz consigo mesmo.</p>
<p><strong>Hábito 6: Criar Sinergia</strong></p>
<p>Busque ao seu redor padronizações e gestões de atos e procedimentos com objetivo claro de ser simples, direto e eficaz. No tratar, busque palavras afáveis e de paz. Seja aquilo que os outros devem ser para você. Quer respeito? Respeite. Isto é criar sinergia nas suas atitudes.</p>
<p><strong>Hábito 7: Afiar o Instrumento</strong></p>
<p>Mantenha-se sempre atualizado. Você precisa do conhecimento do seu negócio sempre na ponta da lingua. E não adianta conhecimento do ano passado. O conhecimento deve ser de hoje, no máximo de ontem. Da semana passada já pode estar desatualizado.</p>
<p><strong>Enfim,</strong></p>
<p>Estes sete hábitos são altamente eficazes. Os outros hábitos, você decide!</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>Três pensamentos de Peter Drucker</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 01:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[gestão jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Drucker]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Três frases de Peter Drucker que podem estar acontecendo agora na sua empresa: Não sou especialista em Brasil, mas uma coisa estou habilitado a dizer: Não creiam que mão-de-obra barata ainda seja uma vantagem. Gerenciamento é substituir músculos por pensamentos, folclore e superstição por conhecimento, e força por cooperação. A meta do marketing é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/10/Peter_Drucker.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-1705" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="Peter_Drucker" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/10/Peter_Drucker.jpeg" alt="" width="246" height="205" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Três frases de Peter Drucker que podem estar acontecendo agora na sua empresa:</p>
<blockquote><p><em>Não sou especialista em Brasil, mas uma coisa estou habilitado a dizer: Não creiam que mão-de-obra barata ainda seja uma vantagem.</em></p>
<p><em>Gerenciamento é substituir músculos por pensamentos, folclore e superstição por conhecimento, e força por cooperação.</em></p>
<p><em>A meta do marketing é conhecer e entender o consumidor tão bem, que o produto ou serviço se molde a ele e se venda sozinho.</em></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><strong>Você concorda com Peter Drucker?</strong></p>
<p><strong>Quanto a mão de obra</strong></p>
<p>Muitos e muitos preferem ter exércitos de estagiários ao invés de profissionais. Um ledo engano. Estagiários são para estágio, ou seja, estão ali para aprender,  para um plano de carreira futuro. Não estão ali para exercer tudo que um profissional faz a um preço mais economico. Como diz o ditado é mais temível um exército de ovelhas liderados por um leão do que um exército de leões liderados por uma ovelha.</p>
<p>Tenha profissionais aonde está a estratégia do negócio. Mão de obra barata apenas trará erros e retrabalho.</p>
<p><strong>Quanto ao gerenciamento</strong></p>
<p>Músculos são bons para autoestima, para saúde, mas para organização melhor a inteligência. Use e abuse da sua crítica a procedimentos e use sua criatividade para fazer melhor o seu dia a dia!</p>
<p>Muitos dizem que não mudam porque sempre foi assim, ou seja, acreditam em folclores e superstições como forma de resolver as coisas. Não aceite isto! Pense e mude. Seu negócio depende de ser um camaleão todos os dias!</p>
<p>Se você pensa que tudo depende de você, você está enganado. Tudo depende em fato da maneira como você coopera com a sua equipe.  Sozinhos não somos a empresa. Cooperar entre pessoas é fundamental.</p>
<p><strong>Quanto ao marketing</strong></p>
<p>Não basta reverenciar o produto ou serviço. Você tem que conhecer o seu cliente. Saber o seu <a href="http://gestao.adv.br/index.php/dna-do-cliente/" target="_blank">DNA</a>. Não é o cliente que tem que se adaptar, o seu negócio é que deve ser espelho daquilo que o cliente deseja.</p>
<p><strong>Enfim,</strong></p>
<p>Você concorda com Peter Drucker e com meus pensamentos?</p>
<p>Divida suas experiências conosco!</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr</p>
<p>www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
</div>
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		<item>
		<title>Metas&#8230; Individualizadas!</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/09/metas-individualizadas/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Sep 2011 21:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[gestão jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[marketing jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[metas]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Quando falamos em metas, principalmente no segundo semestre, lembramos logo do planejamento estratégico, objetivos a serem alcançados no próximo ano &#8211; e alguns ainda neste ano &#8211; começamos a organizar tudo e todos dentro do negócio para que aquilo que foi planejado seja executado. Lindo não? Seria mais lindo ainda se tudo se realizasse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/metas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1640" style="border: 0pt none; margin: 10px;" title="metas" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/metas.jpg" alt="" width="211" height="239" /></a>Quando falamos em metas, principalmente no segundo semestre, lembramos logo do planejamento estratégico, objetivos a serem alcançados no próximo ano &#8211; e alguns ainda neste ano &#8211; começamos a organizar tudo e todos dentro do negócio para que aquilo que foi planejado seja executado.</p>
<p>Lindo não?</p>
<p>Seria mais lindo ainda se tudo se realizasse realmente. Ocorre que a realidade é diferente. A maioria, ou grande parte do planejamento não é executado.</p>
<p>Existem vários motivos do porque isto ocorre:</p>
<p>* Falta de envolvimento das lideranças;</p>
<p>* Falta de percepção do que realmente é necessário;</p>
<p>* Execução prejudicada por excesso de planejamento e mudanças constantes;</p>
<p>* Falta de direcionamento financeiro;</p>
<p>* Quantidade excessiva de objetivos;</p>
<p>* &#8230;</p>
<p>Por óbvio, todo projeto pode falhar por inúmeros motivos, dos mais complexos aos mais singelos. Nas palavras de Henry Ford: &#8220;Qualquer projeto está fadado ao insucesso, basta o número exato de reuniões para isto&#8221;.</p>
<p>Uma dica importante, quiçá fundamental no momento de fazer um planejamento estratégico ou mesmo um desenho de plano de metas: Faça metas realizáveis e quantitativamente possíveis.</p>
<p><em>Como assim?</em></p>
<p>Vamos supor que você quer fazer um planejamento estratégico do escritório.  Faça algumas separações simples antes:</p>
<p>1. Separe por área de atuação;</p>
<p>2. Dentro de cada área, por produtos;</p>
<p>3. Dentro de cada produto, faça uma análise de SWOT (leia <a href="http://gestao.adv.br/index.php/swot-ou-swat/" target="_blank">aqui</a>);</p>
<p>4. Defina objetivos gerais para as suas metas, baseados na sua missão, valores e princípios;</p>
<p>5. Após isto, desenhe a ideia de um plano de ação específico, por área, por produtos, por metas;</p>
<p>Já é um bom início.</p>
<p>Agora, a dica simples, direta e objetiva: Trace poucas metas. Não coloque meta em tudo. Quem quer tudo, nada alcanca. Aquele que quer metas objetivas e claras, alcança estas e depois parte para as demais.</p>
<p><strong>Faça metas individualizadas!</strong></p>
<p>Metas com CPF&#8230; Metas que tenham objetivos diretos, precisos e principalmente atingíveis. Sonhar faz parte da vida e é maravilhoso, mas em termos de metas, seja plausível e realista. O sonho fica para os macro objetivos. Nos micro objetivos (metas inclusive) seja próximo da realidade.</p>
<p>Assim, seus sonhos (depois de sonhados, planejados, idealizados, colocados como objetivos e planos de ação) podem se tornar realidade!</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<item>
		<title>Evento reúne Comissão do Jovem Advogado em Criciúma com Dr. Paulo Ricardo da Rosa</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 03:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flashnews</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[Palestra]]></category>
		<category><![CDATA[direito empresarial criciuma sc]]></category>
		<category><![CDATA[jovem advogado sc]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão do Jovem Advogado da OAB Criciúma se reúne nesta segunda para acompanhar um workshop com o jurista Paulo Ricardo da Rosa, do escritório Rosa &#38; Balsini Advogados. O evento inicia às 18h e 30min trazendo o tema &#8220;Novas tendências de mercados globais para advogados&#8221;. &#8220;O advogado não pode atuar hoje isolado. A globalização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/Palestra-SENAC-25.08.2011-Paulo.jpg"><img class="size-medium wp-image-1584 alignright" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="Palestra SENAC 25.08.2011 - Paulo" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/Palestra-SENAC-25.08.2011-Paulo-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>A Comissão do Jovem Advogado da OAB Criciúma se reúne nesta segunda para acompanhar um workshop com o jurista Paulo Ricardo da Rosa, do escritório Rosa &amp; Balsini Advogados.</p>
<p>O evento inicia às 18h e 30min trazendo o tema &#8220;Novas tendências de mercados globais para advogados&#8221;. &#8220;O advogado não pode atuar hoje isolado. A globalização exige que estejamos por dentro da evolução do Judiciário e seus negócios. Precisamos saber do que acontece no Brasil, mas também nos Estados Unidos e em todo o mundo&#8221;, avalia Paulo Ricardo da Rosa.</p>
<p>Dúvidas e dados sobre o segmento jurídico também serão repassados no auditório da Subseção Criciúma da OAB, Ed. Euclides Crevanzi. &#8220;No país temos mais de 750 mil advogados. Saber se diferenciar é o caminho&#8221;, conclui.</p>
<p>Informações: (48) 3437.4122</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2011%2F09%2Fevento-reune-comissao-do-jovem-advogado-em-criciuma-com-dr-paulo-ricardo-da-rosa%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><div id="tweetbutton1580" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgoo.gl%2F97AYG&amp;via=direitonegocios&amp;text=Evento%20re%C3%BAne%20Comiss%C3%A3o%20do%20Jovem%20Advogado%20em%20Crici%C3%BAma%20com%20Dr.%20Paulo%20Ricardo%20da%20Rosa&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2011%2F09%2Fevento-reune-comissao-do-jovem-advogado-em-criciuma-com-dr-paulo-ricardo-da-rosa%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.direitoenegocios.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Crime, Redes Sociais e o Futuro</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2010/08/crime-redes-sociais-e-o-futuro/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 21:45:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[cyber crimes]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[sextorsion]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente uma reportagem nos EUA demonstrou que cresce o número de extorsões a adolescentes via redes sociais. Destaco uma parte da notícia: O pesadelo começou com uma brincadeira: três adolescentes visitavam um site de com videochat e cederam ao pedido de mostrarem rapidamente os seios em frente à webcam. Uma semana depois, uma das garotas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente uma reportagem nos EUA demonstrou que cresce o número de extorsões a adolescentes via redes sociais. Destaco uma parte da notícia:</p>
<blockquote><p><strong>O pesadelo começou com uma brincadeira: três adolescentes visitavam um site de com videochat e cederam ao pedido de mostrarem rapidamente os seios em frente à webcam. Uma semana depois, uma das garotas, moradora do Estado de Indiana, com 17 anos, começou a receber e-mails com ameaças de um desconhecido. Ele dizia que havia capturado a imagem dela na webcam e a exporia no MySpace a menos que ela posasse para mais fotos e vídeos explícitos. E pelo menos duas vezes ela obedeceu, com medo do que o sujeito pudesse fazer.</strong></p>
<p><strong>Finalmente, a polícia e as autoridades federais foram envolvidas no caso e, em junho deste ano, acusaram formalmente um rapaz de 19 anos, do Estado de Maryland, por casos de exploração sexual. Casos como este têm acontecido com<a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/597620_46603542_a.jpg"><img class="size-medium wp-image-553 alignright" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="597620_46603542_a" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/08/597620_46603542_a-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> frequência cada vez maior nos Estados Unidos, onde já se cunhou inclusive o termo “sextorsion”, ou sextorsão, em tradução livre, em referência a estas extorsões sexuais praticadas via internet.</strong></p>
<p><strong>Leia na íntegra <a href="http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI4627531-EI12884,00-EUA+cresce+ameaca+de+extorsao+sexual+a+jovens+na+internet.html">aqui</a>.</strong></p></blockquote>
<p>Além da questão do crime, temos outros dois fatores que devemos refletir deste episódio: <strong>A questão social formada</strong> e a <strong>consciência coletiva</strong> que estamos desenvolvendo para o futuro.</p>
<p>Quem poderia imaginar há anos atrás uma adolescente mostrar os seios numa câmera por simples diversão? Não estou fazendo o julgamento do certo ou do errado, mas sim do fato em si.</p>
<p>Estamos vivenciando uma sociedade nova, sem qualquer paradigma com o passado. As redes sociais tem tido um papel importante neste contexto. Seja para o bem, seja para o mal.</p>
<p>Devemos perceber que as redes sociais são um instrumento de interatividade imprescindível aos jovens atualmente. Muitos sequer usam o email, preferem twitter e facebook.</p>
<p>Esta mudança social deve ser analisada por nós que estamos no mercado com muita atenção, pois reflete as tendência de mercado de médio e longo prazo.</p>
<p>Daqui alguns anos não se imagina as pessoas sem redes sociais, como em 1995 não imaginávamos alguém com internet, afinal pouquíssimos tinham.</p>
<p>Observem que estamos falando de apenas 15 anos (1995 – 2010). Como serão as tendências daqui a 15 anos? Ou melhor, daqui a 5 anos?</p>
<p>Sim, daqui a 5 anos. Diferente de 1995, agora a informação e as culturas sociais tem mudado de maneira muito rápida.</p>
<p>Se a sua marca não estiver hoje preparada para debater na internet, ofertar produtos e serviços e principalmente vivenciar esta mudança do mercado, ela não está preparada para os próximos 15 anos.</p>
<p>Esta mudança social nos remete a segunda questão: <strong>Consciência coletiva</strong>.</p>
<p>Ao mudarmos tão forte e rapidamente nossos valores culturais, estamos formando pessoas cada vez com diversidades de pensamento, informação e cultura. Em Outubro de 2009 já havia analisado esta questão, quando escrevi sobre as Redes Sociais e o Feudalismo (<a href="http://gestao.adv.br/blog_gestaoadvbr/index.php/2009/10/05/redes-sociais-e-o-feudalismo/">leia aqui</a>).</p>
<p>Estamos vivenciando uma era de formação de verdadeiros feudos, ou seja, segregações por diferentes culturas, ou tribos como hoje se fala.</p>
<p>Antes ( e não me refiro a isto com saudosismo, mas como constatação), tínhamos uma cultura e consciência coletiva do que era certo ou errado muito próxima em toda a sociedade. Hoje, cada um ou cada tribo está formando sua própria consciência coletiva.</p>
<p>O que isto significa em termos de mercado?</p>
<p>Que cada vez mais precisamos estar dentro de várias tribos, conhecer seus interesses e identificarmos nossa marca com algumas delas, para que a marca seja valorizada.</p>
<p>Estamos vivenciando uma época singular da história humana social.</p>
<p><strong>Analise, critique, pense a respeito e principalmente aja.</strong></p>
<p>Sua atitude hoje pode e será a solução do seu negócio e clientes amanhã.</p>
<p>Escrito por<strong> Gustavo Rocha</strong><br />
Diretor da <strong>Consultoria Gestão</strong><strong>.Adv.Br</strong><br />
<strong><a href="http://www.gestao.adv.br/" target="_blank">www.gestao.adv.br</a></strong></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2010%2F08%2Fcrime-redes-sociais-e-o-futuro%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><div id="tweetbutton552" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgoo.gl%2FqKdPY&amp;via=direitonegocios&amp;text=Crime%2C%20Redes%20Sociais%20e%20o%20Futuro&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2010%2F08%2Fcrime-redes-sociais-e-o-futuro%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.direitoenegocios.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Era uma vez…</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 23:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito e negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[marketing jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[(conto escrito por Gustavo Rocha, baseado em experiências reais de seus clientes antes da contratação) Era uma vez um advogado que mesmo ouvindo, lendo e vendo todas as mudanças que o judiciário está fazendo em termos de sumula vinculante, processos repetitivos, bem como processo eletronico, achou tudo lindo e manteve o seu negócio – que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>(conto escrito por Gustavo Rocha, baseado em experiências reais de seus clientes antes da contratação)</strong></em></p>
<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/07/eraumavez_p.jpg"><img class="size-medium wp-image-218 alignnone" style="border: 1px solid black; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="eraumavez_p" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/07/eraumavez_p-300x136.jpg" alt="" width="300" height="136" /></a></p>
<p>Era uma vez um advogado que mesmo ouvindo, lendo e vendo todas as mudanças que o judiciário está fazendo em termos de sumula vinculante, processos repetitivos, bem como processo eletronico, achou tudo lindo e manteve o seu negócio – que funcionava tão bem – da maneira que estava.</p>
<p>O advogado deixou o tempo passar e as rotinas internas do seu escritório se acomodarem…</p>
<p>Veio o implacável tempo e começaram a surgir problemas de ordem tecnológica.</p>
<p>O primeiro foi o advogado tentar peticionar no STJ. No papel não consegue. Via fax é proibido. Somente através do peticionamento eletronico, que exige a certificação digital.</p>
<p>Só que o advogado, como não estava se preparando para isto, descobriu esta realidade no último dia do prazo, quatro horas da tarde… Ou seja, não havia tempo hábil sequer para pegar uma certificação digital.</p>
<p>E assim, era uma vez o prazo…</p>
<p>Vendo esta realidade, ele foi até a OAB, pegou uma certificação digital e pensou: “Tudo resolvido” e voltou ao seu escritório contente, deu a certificação para um estagiário e disse: “Te vira magrão! Agora é tudo contigo” e foi para sua sala com mesa de mármore…</p>
<p>Então, surgiu outro problema: O advogado percebeu, quando foi parado numa blitz de transito que o carro que estava em seu nome, comprado com suor do trabalho, de noites mal dormidas, estava no nome de outra pessoa… O advogado, mesmo avisado dos riscos, deu a certificação e senha para um estagiário que transferiu parte do seu patrimonio para um laranja…</p>
<p>Era uma vez o patrimônio…</p>
<p>Refeito do susto, com ações anulatórias de ato jurídico em tramitação para reaver seus bens, o advogado trocou a senha da certificação e resolveu que só ele iria usar…</p>
<p>Mais uma vez, o problema bateu a sua porta.</p>
<p>Como o advogado não se preocupou com a gestão, em sistematizar as rotinas internas do seu escritório, em ter um sistema que não apenas controle processos, mas igualmente gerencie o seu escritório, ele ficou escravo do tempo e do processo eletronico, posto que tudo tinha que passar pela sua certificação digital…</p>
<p>Então ele chamou uma consultoria para realinhar processos, implantar tecnologia, desenvolver o marketing jurídico, tudo ótimo… Menos o tempo que o consultor pediu para implantar tudo isto: 12 meses.</p>
<p>O advogado achou absurdo e não contratou a consultoria, afinal, em 12 meses ele mesmo faria tudo isto e muito mais rápido…</p>
<p>Ledo engano… Os dias passam, correm, voam…</p>
<p>Mais de 12 meses se passaram e praticamente nada mudou…</p>
<p>Enfim, com tudo indo contra a maré, só restou uma frase para sintezar esta estória:</p>
<p><strong>Era uma vez um advogado…</strong></p>
<p>Não permita que o seu negócio caia neste conto. Acredite que tudo tem solução, basta força de vontade, persistência, amor ao que se faz e muito, mas muito trabalho. Se não consegues fazer sozinho, chame um especialista no assunto.</p>
<p>Não espere ficar no era uma vez um advogado bem sucedido que sucumbiu…</p>
<p><strong>Aplique a gestão e tecnologia com qualidade e verás a diferença em resultado.</strong></p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2010%2F07%2Fera-uma-vez%25e2%2580%25a6%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><div id="tweetbutton217" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgoo.gl%2FXrW28&amp;via=direitonegocios&amp;text=Era%20uma%20vez%E2%80%A6&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2010%2F07%2Fera-uma-vez%25e2%2580%25a6%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.direitoenegocios.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dois bebês caem nos trilhos do trem em Melbourne&#8230; faltou Gestão Jurídica!</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2010/06/faltou-gestao-juridica/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 23:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito e negócios]]></category>
		<category><![CDATA[gestão jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[melbourne]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi notícia no mundo todo o caso dos bebês que cairam nos trilhos dos trens de uma estação em Melbourne, o primeiro caso ocorreu em outubro de 2009 e o segundo caso em maio, apenas 8 meses depois, felizmente, em ambos os casos os bebês não sofreram nada grave. Mas o que tem a ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/06/1171810_52847586_a.jpg"><img class="size-medium wp-image-130 alignright" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="1171810_52847586_a" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/06/1171810_52847586_a-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Foi notícia no mundo todo o caso dos bebês que cairam nos trilhos dos trens de uma estação em Melbourne, o primeiro caso ocorreu em outubro de 2009 e o segundo caso em maio, apenas 8 meses depois, felizmente, em ambos os casos os bebês não sofreram nada grave. Mas o que tem a ver esses dois fatos com <strong>Gestão Jurídica</strong>?</p>
<p>Vamos pensar como GESTORES Jurídicos:</p>
<ul>
<li>Porque ocorreu o primeiro acidente?</li>
<li>Quais foram as medidas tomadas pelos gestores do sistema ferroviário local? Qual a orientação do jurídico?</li>
<li>Qual foi a estratégia adotada junto à imprensa e a comunidade?</li>
<li>Porque ocorreu um segundo acidente?</li>
<li>Quais as consequências disso?</li>
</ul>
<p style="text-align: left;">Veja o vídeo do primeiro caso:</p>
<p style="text-align: left;"><object style="width: 350px; height: 284px;" width="350" height="284" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/A8-uwqK1ZIs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><embed style="width: 350px; height: 284px;" width="350" height="284" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/A8-uwqK1ZIs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /></object></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Apenas 8 meses depois acontece um novo &#8220;acidente&#8221;:</strong></p>
<p style="text-align: left;"><object style="width: 350px; height: 284px;" width="350" height="284" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0wdjRMtIADc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><embed style="width: 350px; height: 284px;" width="350" height="284" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/0wdjRMtIADc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /></object></p>
<p style="text-align: left;">Bom, agora vamos analisar esse outro vídeo, onde é citada a orientação dada aos cidadãos de Melbourne:</p>
<p style="text-align: left;"><object style="width: 350px; height: 284px;" width="350" height="284" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dcvruj-jzag&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><embed style="width: 350px; height: 284px;" width="350" height="284" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/dcvruj-jzag&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /></object></p>
<p style="text-align: left;">Notem que o representante da prefeitura (em Melbourne o sistema de trens é administrado pela prefeitura &#8211; veja mais <a title="Melbourne - Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Melbourne" target="_blank">aqui</a>), ele dá orientações às mães para que tomem mais cuidado com seus bebês, praticamente atribuindo a mãe da crianca que sofreu o acidente a responsabilidade sobre o fato, provavelmente essa transferência de responsabilidade foi recomendada pelo jurídico.</p>
<p style="text-align: left;">Mas observem a imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/06/BEBE_MELBOURNE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-10" title="BEBE_MELBOURNE" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/06/BEBE_MELBOURNE-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Notaram que há uma marca no piso indicando que a parte posterior do mesmo foi alterada? Será que nessa alteração o piso não ficou inclinado em direção aos trilhos?</p>
<p style="text-align: left;">Na declaração à imprensa quando ocorreu o primeiro acidente houve recomendação de mais atenção por parte das mães, mas será que foi culpa da mãe da criança? Seria possível evitar o acidente em condições normais de uso do sistema? Afinal ninguém fica todo o tempo &#8220;agarrado&#8221; ao carrinho e a sugestão de usar as travas de segurança foi um pouco exagerada (veja o primeiro video), concordam?</p>
<p style="text-align: left;">O quê o departamento jurídico tem a ver com isso?</p>
<p style="text-align: left;">Explico:</p>
<p style="text-align: left;">Já que houve o acidente, caberia ao jurídico esclarecer que, caso haja responsabilidade da prefeitura no caso, ela poderia ser processada e ter que arcar com uma indenização, além dos custos do tratamento psicológico da criança e da mãe envolvidos no primeiro acidente, portanto, as causas REAIS deveriam ser exaustivamente pesquisadas e eventuais falhas corrigidas imediatamente.</p>
<p style="text-align: left;">Como houve um segundo acidente, em condições similares e, desta vez, foi possível ver a velocidade em que o carrinho se desgovernou, é possível também avaliar que há uma GRANDE INCLINAÇÃO na plataforma, um absurdo técnico.</p>
<p style="text-align: left;">Não sou engenheiro, mas vou pesquisar o tema (isso quer dizer que podemos ter uma continuação deste artigo) e verificar se existe alguma norma internacional ou local para esse tipo de construção que preveja a inclinação recomendada para estas plataformas, certamente há alguma coisa, afirmo isso ao examinar superficialmente a imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: left;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/06/rox_park_5896.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11" title="rox_park_5896" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2010/06/rox_park_5896-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Esta foto é da estação de Roxburgh Park também em Melbourne, inaugurada em 30 de setembro de 2007. Notem que há uma preocupação com os deficientes visuais e com a possibilidade de &#8220;rolamento&#8221; na borda da plataforma.</p>
<p style="text-align: left;">A estação onde ocorreram os dois acidentes é obviamente muito mais antiga, mas pelas marcas no chão, passou por uma reforma, provavelmente não foram observadas questões técnicas importantes e isso acaba desaguando onde?</p>
<p style="text-align: left;">No departamento jurídico! Afinal, agora há indícios muito consistentes que há falha da estrutura, portanto não foi culpa de nenhuma das duas mães, cabendo uma indenização para elas e, em especial para a primeira que certamente foi apontada como irresponsável por muitas pessoas, além do tratamento psicológico das crianças. Vocês notaram o desespero do irmão do segundo bebê?</p>
<p style="text-align: left;">MORAL DA HISTÓRIA</p>
<p style="text-align: left;">O departamento jurídico, assim como os advogados consultivos de uma empresa podem e devem ir além do basico necessário, ajudar a empresa a evitar problemas jurídicos, não ficar como um mercenário esperando as catástrofes acontecerem, isso é pensar estatégicamente, isso é, de fato, Assessoria Jurídica Consultiva.</p>
<p style="text-align: left;">EMPRESÁRIO: Pense nisso quando estiver na sua empresa e receber uma orientação do departamento jurídico (interno ou terceirizado).</p>
<p style="text-align: left;">ADVOGADO: Pense nisso quando estiver atendendo um cliente.</p>
<p style="text-align: left;">=============================</p>
<p style="text-align: left;">Rudinei R. Modezejewski</p>
<p style="text-align: left;">Consultor em marketing jurídico, empresário (<a href="http://www.e-marcas.com.br" target="_blank"><strong>E-Marcas</strong></a>) e gestor da <a href="http://www.lexperfecta.com.br" target="_blank"><strong>LexPerfecta</strong></a></p>
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		<title>Kaká, a Jabulani e a sua empresa&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 06:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito e negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Jabulani]]></category>
		<category><![CDATA[Kaká]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual seria a relação entre o jogador Kaká, a polêmica bola Jabulani e a Gestão de Empresas? Bem, teoricamente a Jabulani (que pode ser comparada a um equipamento nas empresas) é mais moderna e eficiente, certo? Teoricamente ela traz melhorias no trabalho e facilita a vida dos jogadores, foi projetada para isso. Porém na prática, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://football.uk.reuters.com/leagues/worldcup2010/news/2010/06/04/LDE6531X0.php"><img class="size-medium wp-image-76 " title="Foto: Pedro Fonseca" src="/wp-content/uploads/2010/06/kaka_jabulani-300x246.jpg" alt="" width="300" height="246" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Pedro Fonseca</p></div>
<p>Qual seria a relação entre o jogador Kaká, a polêmica bola Jabulani e a Gestão de Empresas?</p>
<p>Bem, teoricamente a Jabulani (que pode ser comparada a um equipamento nas empresas) é mais moderna e eficiente, certo?</p>
<p>Teoricamente ela traz melhorias no trabalho e facilita a vida dos jogadores, foi projetada para isso.</p>
<p>Porém na prática, os jogadores estão resistindo a ela, reclamando, ironizando, etc&#8230; isso não lembra quando você tenta implementar algo novo na empresa? Um CRM, por exemplo, ou um novo sistema de gestão (SixSigma, por exemplo), a resistência não é parecida?<span id="more-43"></span></p>
<p>Não é normal os fucionários ficarem inventando desculpas para não se adequarem ao novo?</p>
<p>Mas não estou aqui para criticar os funcionários&#8230; talvez eles tenham razão, assim como os jogadores&#8230;</p>
<p>Quem projetou a Jabulani é jogador? NÃÃÃÃÃÃO!</p>
<p>Portanto é pertinente dizer que quem a projetou não faz a menor idéia de como é usá-la diariamente, certo? Não é parecido com algumas empresas de consultoria que você conhece? Eles chegam cheios de &#8220;novidades&#8221; super-mega-hiper eficientes, mas não tem a menor idéia de como é o seu dia-a-dia e muito menos como você deve usar essas &#8220;novidades&#8221;.</p>
<p>Então, o que os jogadores querem?</p>
<p>Eles querem o que eles esperam é que um desses consultores (ops!), digo, engenheiros, diga como usá-la&#8230; eles não querem ser contra a novidade, mas eles precisam que alguém explique como atingir os mesmos objetivos com essa nova ferramenta:</p>
<p>&#8220;Antes eu chutava assim e a bola fazia isso&#8230; agora tenho que chutar deste outro jeito para conseguir o mesmo efeito!&#8221;</p>
<p>Porém, como os consultores não são jogadores, eles simplesmente NÃO SABEM.</p>
<p>Este é o problema.</p>
<p>Com a sua empresa é a mesma coisa: se você contrata um consultor que não tem nenhum conhecimento do seu segmento terá apenas duas opções:</p>
<p>1 &#8211; Ensinar-lhe as peculiaridades do negócio, entendendo que isso atrasa o trabalho, mas lhe confere uma qualidade muito maior, ou&#8230;</p>
<p>2 &#8211; Deixar ele fazer as coisas sem orientação e depois fique com a Jabulani nas mãos.</p>
<p>O mesmo vale para os advogados, se eles não tiverem conhecimento do seu setor, ou a humildade de aprender, irão lhe dar orientações que podem não ser as melhores, de qualquer forma, quem paga pela Jabulani é você, não se esqueça disso.</p>
<p>Ah, e o Kaká? Ia me esquecendo dele&#8230;</p>
<p>Nessa história da Jabulani o Kaká é aquele palestrante motivacional contratado para dizer que tudo ficará bem, sem ter a menor idéia do que está falando&#8230; mas afinal, ele é pago por quem comprou a Jabulani, seu trabalho é dizer que ela é espetacular.</p>
<p>Pelo menos até alguém perder um gol nas semi-finais porque a bola deveria ter ido para um lado e foi para o outro.</p>
<p>Boa Copa para todos! Laduuuuma!</p>
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