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	<title>Direito &#38; Negócios &#187; Mercado</title>
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	<description>Empresas, Negócios, Notícias e Artigos</description>
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		<title>Reformadora de pneus mais antiga do Brasil completa 60 anos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 19:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>talita</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Com capital 100% nacional, NSA Pneutec comemora seis décadas de recapagem com capacidade para reformar 10 mil pneus por mês No mês de novembro, a NSA Pneutec – reformadora de pneus em operação mais antiga do Brasil com duas plantas industriais, três Truck Auto Center e unidades móveis para atendimento ao cliente, vai completar 60 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><em>Com capital 100% nacional, NSA Pneutec comemora seis décadas de recapagem com capacidade para reformar 10 mil pneus por mês</em></p>
<p>No mês de novembro, a NSA Pneutec – reformadora de pneus em operação mais antiga do Brasil com duas plantas industriais, três Truck Auto Center e unidades móveis para atendimento ao cliente, vai completar 60 anos de existência dedicados a reforma de pneus de transporte de carga, passageiros, industrial, automotivo e fora de estrada.</p>
<p>Fundada em 1951 no bairro da Mooca e hoje instalada em Santana de Parnaíba, grande São Paulo, em uma área industrial de 10 mil m², a Pneutec foi adquirida pelo grupo NSA em 2005, formando a NSA Pneutec, que hoje tem capacidade para reformar cerca de 10 mil pneus por mês.</p>
<p>Com mais de 200 colaboradores, a NSA Pneutec oferece desde 1951 atendimento ao ciclo total do pneu – vendas, recapagem, suporte técnico e descarte ecológico. Entre as especialidades da empresa estão os serviços como reforma de pneus no sistema pré-moldado (reforma a frio) e hot cap (reforma a quente), recuperação de pneus através de manchões especiais, análises de sucata, frota e desempenho, e um sistema de vulcanização com acompanhamento em tempo real (CLP).</p>
<p>Além de oferecer todo atendimento ao clico dos pneus, desde a montagem até o balanceamento da direção do veículo, a NSA Pneutec oferece também um sistema exclusivo no Brasil para teste de pressão nos pneus, geometria móvel, venda de produtos e terceirização de mão de obra. Todas as atividades da empresa são respaldadas pelas certificações ISO 9001|2000 e Inmetro.</p>
<p>Para o sócio da NSA Pneutec, Giulio Cesar Claro, comemorar os 60 anos da companhia é motivador, uma vez que o setor é altamente competitivo e seu crescimento lento. “Nosso objetivo é fazer da NSA Pneutec uma empresa centenária no país. O grupo teve crescimento expressivo nos últimos seis anos com as aquisições de outras empresas e nosso foco permanece na inovação de serviços e na qualidade do atendimento ao cliente”, afirma.</p>
<p>Para prestigiar clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros e os principais empresários do setor, a NSA Pneutec vai oferecer um jantar para 400 convidados em comemoração aos 60 anos dedicados a reforma de pneus. Durante a comemoração, a empresa apresentará momentos históricos e fatos importantes ocorridos nos últimos 60 anos, além de homenagens e premiações. “Em um ramo competitivo será inesquecível dividir este momento com todos os parceiros que sempre nos acompanharam nesta trajetória”, afirma Giulio Claro.</p>
<p><strong>Sobre a NSA Pneutec</strong></p>
<p>Fundada em 1995, a NSA é uma empresa especializada em recapagem, remoldagem e serviços em pneus, tendo como antecessora a Pneus Brascap, na qual lhe respalda mais de meio século de experiência no segmento de pneus. Com atuação no segmento de recapagem desde 1951, a empresa Pneutec foi adquiria pela NSA, formando a NSA Pneutec.</p>
<p>Dando continuidade ao crescimento da atividade, em 2008, a Recamar – tradicional empresa do setor de recapagem que desde 1964 atua no segmento de passeio e trator, foi incorporada pelo grupo NSA Pneutec. A empresa Micropneus, especializada em gestão de frota, também foi inserida no grupo NSA Pneutec e complementa o ciclo de atendimento do frotista.</p>
<p>Para assegurar a qualidade, padronização e o bom desempenho dos produtos e serviços do Grupo, a NSA Pneutec é certificada ISO 9001| 2000 e Inmetro.</p>
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		<title>Setor têxtil catarinense adere a modelo inovador de associativismo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Abit]]></category>
		<category><![CDATA[Acate]]></category>
		<category><![CDATA[Associativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[Têxtil]]></category>
		<category><![CDATA[Vertical Têxtil]]></category>

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		<description><![CDATA[Responsável por 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação brasileira, o setor têxtil integra 30 mil empresas no país, gerando 1,7 milhão de empregos diretos, tornando-se o segundo maior empregador da indústria transformação. Apenas nos últimos 10 anos foram investidos US$ 13 bilhões, sendo o quinto maior parque têxtil do mundo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/944962_96513385.jpg"><img class="size-full wp-image-1600 aligncenter" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="944962_96513385" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/944962_96513385.jpg" alt="Setor Textil Catarinense" width="470" height="353" /></a></p>
<p>Responsável por 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação brasileira, o setor têxtil integra 30 mil empresas no país, gerando 1,7 milhão de empregos diretos, tornando-se o segundo maior empregador da indústria transformação. Apenas nos últimos 10 anos foram investidos US$ 13 bilhões, sendo o quinto maior parque têxtil do mundo com nove bilhões de peças de confecção produzidas por ano. Os dados são da <strong><a href="http://www.abit.org.br/site/" target="_blank">Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit)</a></strong> e demonstram a grandiosidade do mercado, que busca a cada no garantir maior competitividade do produto têxtil nacional e internacional.</p>
<p>Santa Catarina é o segundo estado do ranking nacional de exportadores do setor têxtil, cuja produção representa mais de 15% do PIB têxtil brasileiro. A relevância econômica e social que o segmento representa, motivou um grupo de empresários do estado, que atua no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas para o segmento têxtil, de vestuário e confecção, e ligados à <strong><a href="http://www.acate.com.br/" target="_blank">Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate)</a></strong>, a unir forças e lançar a <strong><a href="http://www.acate.com.br/index.asp?dep=239" target="_blank">Vertical Têxtil</a></strong>. A iniciativa, criada em 2010, quer estimular a união entre empresas que atuam em mercados semelhantes e complementares, incentivando o associativismo e o relacionamento entre elas.</p>
<p>Para Marcos Lichtblau, diretor da <strong><a href="http://www.acate.com.br/index.asp?dep=239" target="_blank">Vertical Têxtil</a></strong> e da empresa <strong><a href="http://www.automatisa.com.br/" target="_blank">Automatisa Tecnologia a Laser</a></strong>, a intenção é ter maior visibilidade no mercado e, consequentemente, conquistar maior representatividade política e econômica. “Pretendemos ainda promover ações conjuntas em eventos setoriais, internacionalização de empresas e na captação de recursos para pesquisa, desenvolvimento e inovação”, destaca.</p>
<p>Em 2011, o grupo garantiu ainda mais visibilidade com a reinstalação da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção do Brasil, na Câmara dos Deputados em Brasília. A Frente promete pressionar o governo por medidas contra a concorrência desigual com produtos chineses que incluem mudanças na área tributária, desoneração de investimentos e exportações, recuperando a competitividade dos produtos brasileiros nos mercados interno e externo.</p>
<p>O grupo da <strong><a href="http://www.acate.com.br/index.asp?dep=239" target="_blank">Vertical Têxtil</a></strong>, formado por empresas de diversos portes e municípios, desenvolve sistemas e equipamentos inteligentes para criação, desenvolvimento, produção, acabamento e comercialização; aplicativos para gestão e processamento de informações, automação de processos, entre outras soluções. “Quanto mais empresas aderirem ao grupo, mais força teremos para buscar soluções, sejam elas nas áreas econômica, social, ambiental e política”, observa Lichtblau.</p>
<p>Mais informações:</p>
<p><strong>Tatiana Fiuza</strong><br />
Assessora de Comunicação &#8211; Automatisa Sistemas<br />
(48) 9914-7785 // 4009-2037<br />
tatiana@inovacaoemercado.com.br // skype: tatianafiuza<br />
twitter: @inovacaomercado</p>
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		<title>Hospital de Luxo</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2011 18:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os serviços serão similares aos de um hotel seis estrelas, e exclusividade é o que caracterizará o Hospital Copa Star na zonal sul do Rio de Janeiro – próxima aposta da Rede D´Or, que, atualmente, detém 22 hospitais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife. A proposta é atender os anseios de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1557" class="wp-caption alignnone" style="width: 426px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.rafarquitetura.com.br"><img class="size-full wp-image-1557  " title="copa_door_star_01" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/09/copa_door_star_01.jpg" alt="Divulgação - RAF Arquitetura" width="416" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Rede D’Or quer ser referência em alto luxo com hospital Copa Star</p></div>
<p>Os serviços serão similares aos de um hotel seis estrelas, e exclusividade é o que caracterizará o Hospital Copa Star na zonal sul do Rio de Janeiro – próxima aposta da Rede D´Or, que, atualmente, detém 22 hospitais nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife.</p>
<p>A proposta é atender os anseios de um público AAA, o diferencial estará no alto luxo dos serviços não clínicos como recepção, acomodações, menu de produtos diversificado, gastronomia, tecnologia de voz sobre IP a beira do leito, entre outros. O investimento previsto para a construção da instituição de  mais de 10 mil m² é de R$ 115 milhões. O terreno, em Copacabana, a 50 metros do Copa D´Or, já foi adquirido e a previsão para entrega da obra é 2013.</p>
<p>Total privacidade é outro conceito que norteia tudo o que está sendo projetado para o empreendimento. “O Copa Star estará preparado para atender importantes celebridades. Haverá um fluxo exclusivo de atendimento para evitar tumulto na entrada e saída dos pacientes”, diz Rodrigo Gavina, diretor executivo da rede.</p>
<p>Seguindo a tendência de hospitais verdes no mundo, o Copa Star terá infraestrutura sustentável, com, por exemplo, o reaproveitamento de energia, reutilização de água, descarte seletivo, reciclagem, entre outras iniciativas.</p>
<p>O projeto arquitetônico é da <a href="http://www.rafarquitetura.com.br/hospital.htm" target="_blank">RAF Arquitetura</a> e terá 8 pavimentos, totalizando exatos 17.012 m2.</p>
<p>Com informações de <a href="http://www.saudeweb.com.br" target="_blank">SaudeWeb</a> e <a href="http://www.rafarquitetura.com.br" target="_blank">RAF Arquitetura</a>.</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2011%2F09%2Fhospital-de-luxo%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><div id="tweetbutton1556" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgoo.gl%2FXCkVl&amp;via=direitonegocios&amp;text=Hospital%20de%20Luxo&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2011%2F09%2Fhospital-de-luxo%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.direitoenegocios.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		<title>É um bom investimento comprar imóveis em Miami?</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/08/e-um-bom-investimento-comprar-imoveis-em-miami/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Aug 2011 22:46:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Sicoli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o Real mantendo desde 2004 sua força frente ao Dólar estadunidense, cada vez mais brasileiros se organizam para visitar os EUA. Em 2010, mais de 1,2 milhão de brasileiros visitaram o país, injetando US$5,9 bilhões naquela economia. A embaixada e os consulados dos EUA se esforçam para atender a crescente demanda, contratando pessoal, ampliando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/08/1275327_30712711.jpg"><img class="size-medium wp-image-1413 alignnone" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="1275327_30712711" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/08/1275327_30712711-300x160.jpg" alt="Imóveis em Miami" width="300" height="160" /></a></p>
<p>Com o Real mantendo desde 2004 sua força frente ao Dólar estadunidense, cada vez mais brasileiros se organizam para visitar os EUA. Em 2010, mais de 1,2 milhão de brasileiros visitaram o país, injetando US$5,9 bilhões naquela economia.</p>
<p>A embaixada e os consulados dos EUA se esforçam para atender a crescente demanda, contratando pessoal, ampliando horários de atendimento e fazendo plantões em finais de semana. Hoje, viajar para os EUA custa às vezes mais barato do que se aventurar dentro do Brasil, tendo em vista o custo reduzido das passagens aéreas, aluguéis de automóveis, gasolina, sem falar nas diversas mercadorias como óculos, relógios, calçados, roupas de grife, material esportivo, eletrônicos e perfumes que custam de metade até um quinto do preço do encontrado nos <em>shopping centers</em> brasileiros. Ou seja, uma sessão de compras em Orlando ou Miami já compensa facilmente o investimento feito em passagens e hospedagem, fora a viagem em si, que, para a maioria, não se restringe a compras.</p>
<p>Visando criar bases em território americano, um público mais restrito de brasileiros de alta renda tem investido fortemente no mercado imobiliário, comprando casas e apartamentos de valores que variam de US$ 100 mil a US$ 5 milhões, como noticiado amplamente nos principais jornais e canais de TV, especialmente em Miami e outras cidades da Flórida, onde se fala amplamente espanhol – ou mesmo portunhol.</p>
<p>Em doze meses considerados entre 2010-2011, a Associação de Corretores de Imóveis da Flórida informa que os brasileiros foram o terceiro mais significativo grupo de estrangeiros a investir em Miami, tendo comprado 9% dos imóveis vendidos, ficando atrás apenas de venezuelanos (que investem também para se proteger de um país altamente instável politicamente) e canadenses. Segundo a Bloomberg, brasileiros compraram mais de 50% dos imóveis acima de US$500 mil em Downtown Miami e quase metade dos acima de US$ 1 milhão em Miami Beach.</p>
<p><strong>Fica no ar a pergunta: É um bom investimento comprar imóveis em Miami? </strong></p>
<p>Após a crise financeira de 2008, que teve como principal propulsor os créditos de risco do segmento imobiliário, os imóveis que estavam com preços inflados se encontram com descontos (deságios) de cerca de 30% em relação à máxima histórica observada em 2006, segundo o <em>S&amp;P/Case-Shiller Home Price Indexes</em>, índice que mede a variação dos preços dos imóveis em 20 grandes cidades americanas. As quedas são mais significativas em Phoenix, Miami e Detroit. San Francisco e Nova Iorque ainda mantêm preços elevados. O criador do índice supracitado, Robert Shiller, acredita que os preços podem cair ainda mais.</p>
<p>Pontos a se considerar:</p>
<p style="padding-left: 30px;">a) Nos EUA, as taxas de juros estão em torno de 5% ao ano para financiamento imobiliário, enquanto no Brasil em cerca de 11%. Uma aplicação financeira conservadora gerou retornos de aproximadamente 10% ao ano no Brasil em 2010. Por exemplo: Fundo DI Private-Banco do Brasil (9,82%), Votorantim Banks Crédito Privado (10,75%), Bradesco Private Crédito Rating (9,95%) e XP Investor Crédito Privado (10,68%). Neste sentido, compensa-se tomar um empréstimo (dando normalmente 30% de entrada do pagamento) nos EUA e deixar o dinheiro aplicado no Brasil.</p>
<p style="padding-left: 30px;">b) Com a economia ainda evoluindo abaixo do esperado, é provável que os preços dos imóveis reajustados para baixo permanecerão neste mesmo patamar nos próximos anos, ou seja, não se observará o que se viu no Brasil em 2010, com a valorização de 25% em um ano em imóveis de várias cidades (revista Exame-18/05/2011). A verdade é que há uma enorme demanda reprimida no Brasil e ainda pouco crédito disponível (5% do PIB), frente a outros países. Apesar da alta, na média, os preços no Brasil se adequaram a patamares internacionais. Pela pesquisa anual do Global Property Guide, entre 94 países pesquisados, o Brasil ocupa a 65° posição em termos de preços.</p>
<p style="padding-left: 30px;">c) A perspectiva de desvalorização do Real frente ao Dólar, pelo menos até o final de 2012, apontada por projeções, não deverá sofrer mudanças significativas. Ou seja, as oscilações serão muito pequenas (perto de 5%). Assim, um ganho ou uma perda cambial são pouco prováveis.</p>
<p style="padding-left: 30px;">d) O imposto sobre propriedades na cidade de Miami (2% ao ano) acaba sendo um custo indireto significativo na manutenção do mesmo (muitas vezes não considerado pelo comprador). A cifra (2%) também incide na transferência de imóveis (o nosso ITBI).</p>
<p style="padding-left: 30px;">e) Retorno sobre aluguéis residenciais manterão os mesmos padrões vistos no Brasil, ao redor de 0,5% ao mês. Segundo a consultoria Trulia, Miami é uma cidade onde se compensa mais comprar um imóvel do que alugar, se considerando uma permanência de médio prazo. Outros fatores, no entanto, podem levar a uma busca maior por aluguéis, como pessoas sem limite de crédito para novos financiamentos, os que se sentem ainda inseguros sobre o futuro da economia para fazer um novo investimento com baixa liquidez, entre outros motivos.</p>
<p style="padding-left: 30px;">f) Os novos empreendimentos em Miami hoje são arranha-céus com mais de 70 andares. Neles, em um único prédio encontram-se configurações diversas (5 por andar, 4 por andar, 2 por andar, duplex com dois por andar, duplex com 3 por andar, etc). Desta forma, seu vizinho de prédio, que também frequenta as cinematográficas áreas comuns e de lazer, pode ter pago até 10 vezes mais para morar no mesmo endereço.</p>
<p style="padding-left: 30px;">g) Os corretores de imóveis e imobiliárias na Flórida recebem comissões no mesmo patamar de seus pares no Brasil. No entanto, uma busca simples no Google por “imóveis em Miami” gera mais de 1,2 milhões de resultados, ou seja, há uma oferta tão grande de prestadores de serviços (e de imóveis disponíveis) que achar o melhor consultor e o melhor empreendimento certamente é uma tarefa bastante dispendiosa.</p>
<p style="padding-left: 30px;">h) Alguns edifícios têm um padrão de qualidade, acabamento e sofisticação tão elevados que se torna difícil compará-los com imóveis brasileiros. No entanto, de forma geral, os preços do metro quadrado em Miami são mais baixos que em São Paulo (capital financeira do Brasil, com donos de grandes empresas e altos-executivos com elevadíssimo poder de compra) e próximos aos encontrados em Brasília (maior renda <em>per capita</em> do Brasil, com forte classe média), vide tabela abaixo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Preços de Imóveis &#8211; Junho 2011- Brasília, Miami e São Paulo</span></strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" width="81"><strong>Cidade</strong></td>
<td valign="top" width="103"><strong>Bairro</strong></td>
<td valign="top" width="113"><strong>Edifício</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>Padrão</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>Metragem</strong><strong>(</strong><strong>m2 </strong><strong>)</strong></td>
<td valign="top" width="106"><strong>Preço do m2 </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">Brasília</td>
<td valign="top" width="103">Sudoeste*</td>
<td valign="top" width="113">Via Monumental</td>
<td valign="top" width="96">Alto</td>
<td valign="top" width="96">395</td>
<td valign="top" width="106">R$ 9 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">Brasília</td>
<td valign="top" width="103">Noroeste*</td>
<td valign="top" width="113">Luana</td>
<td valign="top" width="96">Alto</td>
<td valign="top" width="96">360</td>
<td valign="top" width="106">R$ 10,5 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">Brasília</td>
<td valign="top" width="103">Guará</td>
<td valign="top" width="113">Alirio Neto</td>
<td valign="top" width="96">Médio</td>
<td valign="top" width="96">87</td>
<td valign="top" width="106">R$ 6,4 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">Brasília</td>
<td valign="top" width="103">Águas Claras</td>
<td valign="top" width="113">Vive la Vie</td>
<td valign="top" width="96">Médio</td>
<td valign="top" width="96">90</td>
<td valign="top" width="106">R$ 5 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81"><strong>Miami</strong></td>
<td valign="top" width="103"><strong>Sunny Isle</strong></td>
<td valign="top" width="113"><strong>Jade Ocean</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>Altíssimo</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>264</strong></td>
<td valign="top" width="106"><strong>R$ 8,1 mil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81"><strong>Miami</strong></td>
<td valign="top" width="103"><strong>Downtown</strong></td>
<td valign="top" width="113"><strong>Marquis</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>Altíssimo</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>353</strong></td>
<td valign="top" width="106"><strong>R$ 10,4 mil </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81"><strong>Miami</strong></td>
<td valign="top" width="103"><strong>Brickell</strong></td>
<td valign="top" width="113"><strong>Icon Brickell</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>Alto</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>173 </strong></td>
<td valign="top" width="106"><strong>R$ 7,6 mil </strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81"><strong>Miami</strong></td>
<td valign="top" width="103"><strong>Brickell</strong></td>
<td valign="top" width="113"><strong>AV # 709</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>Médio-alto</strong></td>
<td valign="top" width="96"><strong>74</strong></td>
<td valign="top" width="106"><strong>R$ 5,2 mil</strong></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">São Paulo</td>
<td valign="top" width="103">Jardim Europa</td>
<td valign="top" width="113">106 Seridó</td>
<td valign="top" width="96">Altíssimo</td>
<td valign="top" width="96">405</td>
<td valign="top" width="106">R$ 18 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">São Paulo</td>
<td valign="top" width="103">Jardim Panorama</td>
<td valign="top" width="113">Parque Cidade Jardim</td>
<td valign="top" width="96">Alto</td>
<td valign="top" width="96">301</td>
<td valign="top" width="106">R$ 12,7 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">São Paulo</td>
<td valign="top" width="103">Santana</td>
<td valign="top" width="113">N.D.</td>
<td valign="top" width="96">Médio</td>
<td valign="top" width="96">72</td>
<td valign="top" width="106">R$ 4,9 mil</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top" width="81">São Paulo</td>
<td valign="top" width="103">Vila Mariana</td>
<td valign="top" width="113">N.D.</td>
<td valign="top" width="96">Médio</td>
<td valign="top" width="96">75</td>
<td valign="top" width="106">R$ 5 mil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: Vendedores autorizados/Wimoveis/buscaimoveis (2011)</p>
<p>N.D.= Não disponível</p>
<p>* Vale ressaltar ao leitor que, por imposição do projeto urbanístico de Brasília, os prédios residenciais nestas duas áreas nobres de Brasília são limitadas a 6 andares, o que limita consideravelmente a oferta de imóveis. Nos bairros de Águas Claras (que já foi o maior canteiro de obras do mundo) e no Guará, não há esta limitação legal. O Distrito Federal tem a menor proporção da população com imóvel próprio, 59%, enquanto a média nacional é de 70%.</p>
<p>Conclui-se que investir em Miami justifica-se especialmente na ótica do puro usufruto do imóvel e na de aproveitar as várias opções de compras, gastronomia, lazer, cultura, arquitetura e natureza da cidade em si. O investidor <em>strictu sensu</em>, que visa comprar na baixa e vender na alta, não terá uma boa alternativa de diversificação de investimentos se mirar uma futura valorização.</p>
<p>Devem ser analisados com ressalvas e cuidado, os diversos textos disponíveis em sites repletos de pareceres parciais de interessados na comercialização dos mesmos. No entanto, a relação custo-benefício em Miami (englobando Miami Beach, Aventura, Miami-Dade, etc) supera sem dúvidas as alternativas disponíveis nas principais cidades brasileiras.</p>
<div>
<div id="ftn1">
<p>================================================</p>
<p>Compartilho sempre meus artigos (cerca de um por semestre) ou entrevistas na TV.</p>
<p>Desta vez conclui uma breve analise (4 páginas) comparada do mercado imobiliário nas cidades de MIAMI (muitos brasileiros comprando lá!!), Brasilia e São Paulo.</p>
<p>O estudo pode ser baixado do link:</p>
<p><a href="http://www.enterbrazil.com/miamianalise" target="_blank">www.enterbrazil.com/miamianalise</a></p>
<p>Caso alguém queira publicar no seu site/revista/jornal eu passo em formato aberto.</p>
<p>Marcelo Sicoli-Consultor Internacional <a href="mailto:contact@enterbrazil.com">contact@enterbrazil.com</a></p>
</div>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Crestron anuncia planos de expansão</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/06/crestron-anuncia-planos-de-expansao/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 13:33:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[creston]]></category>
		<category><![CDATA[iLux]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[A Creston, empresa de sistemas de automação corporativa e residencial, busca conquistar a liderança no mercado brasileiro nos próximos cinco anos. A meta para o Brasil é alcançar 30% de expansão ao ano. Para apoiar o desenvolvimento no país, a Crestron investirá em capacitação profissional, expandirá a rede de revendedores e ampliará a assistência aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/expopredialtec1000.jpg"><img class="size-medium wp-image-1226 alignleft" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="BenQ 4.0M DIGITAL STILL CAMERA" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/expopredialtec1000-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.crestron.com.br" target="_blank">Creston</a>, empresa de sistemas de automação corporativa e residencial, busca conquistar a liderança no mercado brasileiro nos próximos cinco anos. A meta para o Brasil é alcançar 30% de expansão ao ano. Para apoiar o desenvolvimento no país, a <a href="http://www.crestron.com.br" target="_blank">Crestron</a> investirá em capacitação profissional, expandirá a rede de revendedores e ampliará a assistência aos clientes.</p>
<p>“O mercado brasileiro está apenas começando para a <a href="http://www.crestron.com.br" target="_blank">Crestron</a>. Pretendemos expandir nossa presença em todos os aspectos, vendas, marketing e faturamento nos próximos meses”, afirma Jason Tirado, diretor internacional de vendas, que acaba de visitar o país para informar as novas metas ao mercado nacional. A empresa vai instalar um Crestron Experience Center, em São Paulo. A idéia é ampliar o atual espaço do Creston Institute e inserir novos produtos e sistemas para que os clientes e consumidores da <a href="http://www.e-marcas.com.br" target="_blank">marca</a> possam conhecer de perto as últimas inovações da <a href="http://www.e-marcas.com.br" target="_blank">marca</a>. Outros Experience Centers foram abertos recentemente na Bélgica, China, Londres e nas principais cidades americanas. Cada espaço do gênero exige investimentos de mais de US$ 1 milhão.</p>
<p>A empresa também planeja crescer no Brasil com a Copa do Mundo e as Olimpíadas (foi a responsável pela automação das Olimpíadas de Inverno do Canadá em 2010). A <a href="http://www.crestron.com.br" target="_blank">Crestron</a> tem dobrado os dígitos de crescimento nos mercados dos Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) e aposta em crescimento, especialmente no país, onde um dos seus produtos mais vendidos em controle de iluminação é o iLux, que pode ser remotamente controlado pelo software de segurança Fusion Roomview.</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2011%2F06%2Fcrestron-anuncia-planos-de-expansao%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;colorscheme=light&amp;height=80" scrolling="no" frameborder="0" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px;" allowTransparency="true"></iframe><div id="tweetbutton1224" class="tw_button" style="float:left;margin-right:10px;"><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fgoo.gl%2Fp3v10&amp;via=direitonegocios&amp;text=Crestron%20anuncia%20planos%20de%20expans%C3%A3o&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=vertical&amp;counturl=http%3A%2F%2Fwww.direitoenegocios.com%2F2011%2F06%2Fcrestron-anuncia-planos-de-expansao%2F" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://www.direitoenegocios.com/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasileiros desenvolvem bioquerosene de aviação</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/06/brasileiros-desenvolvem-bioquerosene-de-aviacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 21:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[aviação]]></category>
		<category><![CDATA[biomassa]]></category>
		<category><![CDATA[bioquerosene]]></category>
		<category><![CDATA[IME]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Militar de Engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Nacional de Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[INT]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) são parceiros em dois pedidos de patentes para um processo inédito na fabricação de biocombustíveis para aviação. Bioquerosene Derivado do petróleo, com alto preço no mercado internacional, o querosene de aviação virou foco da estratégia de substituição por biocombustíveis em países como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bioquerosene-aviacao&amp;id=010115110613" target="_blank"></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/1055986_77933911.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1260" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="1055986_77933911" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/1055986_77933911-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a>O Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) são parceiros em dois pedidos de patentes para um processo inédito na fabricação de biocombustíveis para aviação.</p>
<p><strong>Bioquerosene</strong></p>
<p>Derivado do petróleo, com alto preço no mercado internacional, o querosene de aviação virou foco da estratégia de substituição por biocombustíveis em países como o Brasil e os Estados Unidos.</p>
<p>O interesse comum dos dois países por desenvolver o bioquerosene foi formalizado em um convênio, assinado em Brasília, em Março, durante a visita do presidente Barak Obama.</p>
<p>Em todo o mundo várias empresas e centros de tecnologia também buscam caminhos para o desenvolvimento desse novo biocombustível.</p>
<p>Isso realça a importância do avanço obtido pelos pesquisadores brasileiros, que tornam mais próxima essa realidade, com tecnologias inéditas.</p>
<p><strong>Biomassa não-alimentar</strong></p>
<p>Ao contrário da maioria dos outros estudos, que usam o etanol de cana-de-açúcar ou oleaginosas, usadas também para produção de biodiesel, esses trabalhos utilizam biomassas que não entram na esfera alimentar, tais como cascas de frutos cítricos.</p>
<p>A descoberta foi feita a partir das pesquisas do estudante de doutorado Flávio dos Reis Gonçalves, desenvolvidas na área de Catálise e Processos Químicos, sob orientação de Marco Fraga, do INT, e Luiz Eduardo Pizarro Borges, do IME.</p>
<p>Já com os dois pedidos de patentes dos novos processos catalíticos em mãos, o grupo busca agora o apoio de empresas ou setores da aviação civil ou militar, para realização dos testes de campo.</p>
<p>Além de não concorrer com a produção de alimentos, Flávio Gonçalves destaca que a matéria-prima utilizada pode ser obtida de subprodutos de processos industriais envolvendo uma série de biomassas.</p>
<p>Ao contrário das oleaginosas mais utilizadas para produção do biocombustível, como o pinhão-manso, o insumo não necessita de novas plantações, nem de estudos ou testes de produção.</p>
<p><strong>Biocombustível de aviação</strong></p>
<p>O bioquerosene tem algumas características que tornam seu controle de qualidade mais rigoroso que o de outros biocombustíveis.</p>
<p>Há um fator de risco muito elevado no biocombustível de aviação porque a maioria dos combustíveis tende a congelar nas baixíssimas temperaturas das altitudes a que os aviões são submetidos.</p>
<p>Assim, como o querosene de aviação tradicional, o biocombustível precisa ter o mesmo ponto de congelamento em níveis inferiores a essas temperaturas. Esses parâmetros já foram testados em laboratório com sucesso.</p>
<p>Resta agora apoio de empresas para o teste em aviões. É preciso garantir o funcionamento das turbinas, sem falhas, o que requer um combustível com elevado grau de qualidade.</p>
<p>As vantagens, no entanto, são muitas, além de vir de fonte renovável e sustentável, o processo verde de produção do biocombustível reduz a geração de gases causadores de efeito estufa.</p>
<p>Fonte: <strong><a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bioquerosene-aviacao&amp;id=010115110613" target="_blank">Redação do Site Inovação Tecnológica &#8211; 13/06/2011</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Social Commerce leva vantagens para pequenas e médias empresas</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/06/social-commerce-leva-vantagens-para-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 17:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Obiz]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[social commerce]]></category>

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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico está ganhando uma nova forma de se relacionar com os clientes a partir das redes sociais. O chamado Social Commerce lista como vantagem a economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, de um relacionamento mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/587214_32113379.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1195" style="border: 1px solid black; margin: 10px;" title="SANYO DIGITAL CAMERA" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/587214_32113379-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>O comércio eletrônico está ganhando uma nova forma de se relacionar com os clientes a partir das redes sociais. O chamado Social Commerce lista como vantagem a economia de tempo, troca de experiências, redução do risco de uma compra inadequada, soluções baseadas em interesses comuns, aumento do poder de barganha, além, de um relacionamento mais próximo com as marcas dos fabricantes.</p>
<p>“É o conceito que mescla as redes sociais no e-commerce. É uma forma nova e estimulante de trazer e levar pessoas até a loja”, explica Marcos Gileno, diretor comercial da <a href="http://www.obiz.com.br/" target="_blank">Obiz</a>, empresa especializada no desenvolvimento de lojas on-line para empresas. Ele considera que as redes sociais potencializaram a busca de informação e a influência gerada nos usuários, pois as pessoas publicam conteúdos diversos, inclusive referências a <a href="http://www.e-marcas.com.br" target="_blank">marcas</a> e produtos e interagem para descobrir novidades e opiniões sobre o que estão buscando.</p>
<p>O comércio eletrônico já movimenta milhões de dólares no mundo todo e grandes empresas continuam apostam pesado nesse modelo de negócio. Agora, quando é possível saber se sua empresa está pronta ou não para começar a vender no mundo virtual?</p>
<p>As iniciativas de comercialização podem ser em qualquer segmento, desde simples produtos de varejo: livros, medicamentos, eletroeletrônicos ou até negócios entre empresas (B2B). Marcos Gileno explica que por meio do e-commerce a empresa amplia base de clientes e o alto volume diário de cotações e pedidos transacionados podem levar a uma redução de custos se comparados aos sistemas tradicionais de venda. “Atendimento a clientes independente de local e hora, dispensando assim, mão de obra”, ressalta o diretor.</p>
<p>Outro ponto destacado por Gileno é no ganho operacional. Segundo ele, as transações (cotações, pedidos, perguntas e respostas etc) realizadas por meio da internet reduzem o tempo do processo, gerando custos menores. “Ainda podemos ressaltar o melhor uso do tempo com a otimização do processo que permite ganhar tempo para realizar atividades de alto valor ao negócio, como por exemplo, conquistar novos clientes e fidelizar os já existentes”, observa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Recursos</strong></p>
<p>Na área de orçamento, Gileno lembra que o custo de manutenção do sítio virtual, envolvendo seu desenvolvimento, planejamento e demais atividades relacionadas ao comércio, é bastante econômico, se comparado ao custo de ter um espaço físico, funcionário, produtos em exposição, equipes de apoio para atingir o mesmo número de clientes. “O e-commerce pode ser desenvolvido por qualquer empresa, se o momento é conquistar novos clientes, essa é a hora de planejar”.</p>
<p><strong>A empresa</strong></p>
<p>Empresa prestadora de serviços especializados na criação, implantação e suporte de sistemas de informação nas áreas de: infraestrutura de TI, software para gestão e integração de serviços corporativos com uso de software livre e de código aberto. A <a href="http://www.obiz.com.br/" target="_blank">Obiz</a> está incubada no <a href="http://www.miditecnologico.com.br/" target="_blank">MIDI Tecnológico</a>, incubadora mantida pelo <a href="http://www.sebrae-sc.com.br/" target="_blank">SEBRA-SC</a> e gerenciada pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <strong>Assessora de Comunicação &#8211; MIDI Tecnológico</strong></p>
<p><a href="mailto: tatiana@inovacaoemercado.com.br">tatiana@inovacaoemercado.com.br</a> // skype: tatianafiuza</p>
<p>twitter: <a href="http://www.twitter.com/inovacaomercado" target="_blank">@inovacaomercado</a></p>
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		<title>Conar cria regras para anúncios &#8220;verdes&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 13:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
				<category><![CDATA[Energia e Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[conar]]></category>
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		<description><![CDATA[Anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou esta semana, em sua sede, em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade. O Código [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><img class="aligncenter" style="border: 0pt none; margin: 10px;" src="http://www.conar.org.br/images/sustentabilidade.jpg" alt="" width="473" height="129" /><br />
</strong></h2>
<blockquote><p><strong>Anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas.</strong></p></blockquote>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p>O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou esta semana, em sua sede, em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade. O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.</p>
<p>O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.</p>
<p>Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas. As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.</p>
<p>As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos. Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:</p>
<p>“É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.</p>
<p>As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.</p>
<p>Confira a íntegra das novas normas:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Artigo 36 do Código<br />
A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:</p>
<p>a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;<br />
a poluição do meio ambiente urbano;<br />
a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;<br />
a poluição visual dos campos e das cidades;<br />
a poluição sonora;<br />
o desperdício de recursos naturais.</p>
<p>Parágrafo único<br />
Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:</p>
<p>veracidade – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;<br />
exatidão – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;<br />
pertinência – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;<br />
relevância – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.</p>
<p>Anexo U &#8211; Apelos de sustentabilidade</p>
<p>É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.</p>
<p>O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.</p>
<p>REGRA GERAL</p>
<p>(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.</p>
<p>(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.</p>
<p>(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.</p>
<p>Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:</p>
<p>1. CONCRETUDE<br />
As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.</p>
<p>A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação do anúncio.</p>
<p>2. VERACIDADE<br />
As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.</p>
<p>3. EXATIDÃO E CLAREZA<br />
As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.</p>
<p>4. COMPROVAÇÃO E FONTES<br />
Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.</p>
<p>5. PERTINÊNCIA<br />
É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.</p>
<p>6. RELEVÂNCIA<br />
Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente &#8211; em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.</p>
<p>7. ABSOLUTO<br />
Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.</p>
<p>8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS<br />
A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.</p>
<p>O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.</p>
<p>As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.conar.org.br/" target="_blank">Conar</a></strong></p>
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		<title>Brasil está à frente do restante do mundo em cloud computing</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 11:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O índice de adoção pelas empresas brasileiras de serviços privados de computação em nuvem – cloud computing – é maior do que a média mundial. Uma pesquisa recente encomendada à Kelton Research pela Avanade, joint venture formada entre Microsoft e Accenture, revela a média de adoção no país é de 59% contra 43% no restante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1210" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.sevensheaven.nl"><img class="size-medium wp-image-1210 " title="cloud" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/cloud-300x199.jpg" alt="cloud computing" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">By Sevensheaven</p></div>
<p>O índice de adoção pelas empresas brasileiras de serviços privados de computação em nuvem – cloud computing – é maior do que a média mundial. Uma pesquisa recente encomendada à Kelton Research pela Avanade, joint venture formada entre Microsoft e Accenture, revela a média de adoção no país é de 59% contra 43% no restante do mundo. O levantamento constatou que das empresas que ainda não aderiram ao chamado cloud privado, 34% declaram que irão começar a fazê-lo nos próximos 12 meses.</p>
<p>Em termos de adoção geral da computação em nuvem, a pesquisa descobriu que 74% das empresas estão usando alguma forma de serviço em nuvem atualmente – um crescimento de 23% na adoção desde a pesquisa realizada em setembro de 2009. O estudo também demonstra que as implantações de nuvens privadas estão crescendo – especialmente onde as operações internas críticas e diferenciadoras, bem como serviços aos clientes, são necessárias.</p>
<p>Cerca de 72% das empresas consideram o cloud computing como solução de sua estratégia de TI. Um total de 59% já usa esse modelo atualmente. Dos participantes do país, 88% acreditam que serviços privados sejam mais seguros que os serviços públicos – apenas 3% acredita que não e 9% não sabe a diferença. A maioria tem como foco aplicações de segurança (64% dos entrevistados), redes (45%), software (55%), armazenamento (45%), data center (55%) e virtualização (9%). Aproximadamente, 36% dos entrevistados irá investir na contratação de profissionais de TI.</p>
<p>A principal barreira que impede as empresas de adotar o sistema de computação na nuvem, apontada pelos participantes da pesquisa, é a segurança. Cerca de 88% das empresas entrevistadas acreditam que serviços privados são mais seguros do que os serviços públicos. Além disso, 54% das empresas bloqueia o uso de aplicações na nuvem por seus funcionários, principalmente webmail e streaming de vídeos. De acordo com o diretor de tecnologia da Avanade, Hamilton Berteli, uma em cada três empresas brasileiras que adota cloud computing volta atrás para usar aplicações &#8220;tradicionais&#8221;.</p>
<p>Mesmo assim, 81% das empresas brasileiras disseram que irão investir em serviços na &#8220;nuvem&#8221;, aumentando o orçamento para a área em 2012. Neste quesito, o país se manteve à frente da média mundial, que teve 55% dos entrevistados.</p>
<p>Entre o uso desses serviços pelas companhias brasileiras, 69% usa aplicativos de e-mail como Outlook, Web Access e Lotus iNotes, 41% utiliza portais ou sites de colaboração, como o SharePoint e o LaunchPad, e 50% usa serviços de apresentação e processadores de texto como Google Docs e Office 365.</p>
<p>Para a pesquisa, foram entrevistadas 573 altos executivos de companhias de grande porte entre março e abril de 2011 em 18 países da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia-Pacífico. No Brasil, único país latino-americano a participar da pesquisa, 40 empresas foram entrevistadas.</p>
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		<title>Natural SPA lança novo site</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 06:07:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe D&#38;N</dc:creator>
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		<category><![CDATA[naturalSPA]]></category>
		<category><![CDATA[RGB Publicidade]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Um pequeno paraíso com 106 mil m², localizado em Bebedouro, com uma natureza exuberante e completa infra-estrutura. Este é o Natural SPA, que proporciona aos seus hóspedes uma higienização física e mental por meio de uma alimentação balanceada, orgânica e livre de agrotóxicos em ambientes acolhedores e relaxantes. No novo site do SPA, desenvolvido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/Untitled-1-copy1.jpg"><img class="size-full wp-image-1237 aligncenter" style="border: 1px solid black; margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="Untitled-1 copy" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2011/06/Untitled-1-copy1.jpg" alt="" width="389" height="182" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um pequeno paraíso com 106 mil m², localizado em Bebedouro, com uma natureza exuberante e completa infra-estrutura. Este é o <a href="http://www.naturalspa.com.br/" target="_blank">Natural SPA</a>, que proporciona aos seus hóspedes uma higienização física e mental por meio de uma alimentação balanceada, orgânica e livre de agrotóxicos em ambientes acolhedores e relaxantes.</p>
<p>No novo site do <a href="http://www.naturalspa.com.br/" target="_blank">SPA</a>, desenvolvido pela <a href="http://www.rgbcomunicacao.com.br/" target="_blank">RGB Comunicação</a>, foram utilizadas tecnologias como Html, Php, Mysql, Jquery, Ajax, CSS e Flash. O portal ainda conta com Módulo RGB de Produtos e Notícias, além do belo layout totalmente exclusivo e compatível com a filosofia da empresa.</p>
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