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	<title>Direito &#38; Negócios</title>
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	<description>Empresas, Negócios, Notícias e Artigos</description>
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		<title>Mercado de ações judiciais. Marketing jurídico?</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 19:18:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais. Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Acoes.jpeg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/Acoes-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Reportagem da semana passada do Conjur trouxe uma realidade dos EUA e Europa que aqui no Brasil penso que seria vetada pela OAB, mas penso ser importante pensarmos a respeito: Empresas estão investindo em resultados de ações judiciais.</p>
<p>Quer dizer: Se a causa tem valor economico grande, uma empresa poderia patrocinar o advogado e/ou autor da demanda por somas em dinheiro de maneira imediata ou periodica com vistas a um resultado futuro. Uma espécie de bolsa de ações, haja vista que uma ação judicial, cabeça de juiz e outras coisas ninguém sabe o que vai sair.</p>
<p>Destaco parte da reportagem. Leia na íntegra <a href="http://www.conjur.com.br/2012-fev-02/empresas-investimento-apostam-mercado-acoes-judiciais" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><em>A firma inglesa Burford Group Limited, que opera na Bolsa de Valores de Londres e se anuncia como a maior provedora de investimentos do mundo em sua área, já tem uma subsidiária atuante em Nova York, a Burford Group LLC, e se prepara agora para entrar no Canadá. A Burford Group se dedica exclusivamente a fazer investimentos de risco em um novo filão do mercado: ações judiciais com uma boa chance de obter uma alta compensação financeira, seja por decisão judicial ou por acordo. (&#8230;)</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>Os investimentos também são negociáveis. Segundo a Businessweek, a Burford investiu US$ 4 milhões na contratação da firma de advocacia Patton Boggs, para representar as comunidades indígenas do Equador no processo contra a Chevron, pelo desastre ecológico e sanitário que a empresa causou no leste do país. A Burford vendeu rapidamente a outra empresa do ramo sua participação financeira no caso, eliminando possíveis riscos do investimento, em caso de derrota nos tribunais, mas assegurando o direito a uma percentagem menor, em caso de vitória. Recentemente, um tribunal de recursos do Equador manteve decisão de primeira instância, que condenou a Chevron a pagar indenização de US$ 18 bilhões às comunidades indígenas.</em></p>
<p><em>Há outros grandes investidores no mercado &#8220;financeiro&#8221; jurídico. O Washington Post e a Private Wealth destacam a Juridica Investments e a Black Robe Capital, com sede no Reino Unidos e nos EUA, a IMF Austrália e o Credit Suisse. A Private Wealth diz que há cerca de 20 fundos privados operando nos Estados Unidos e cerca de 40, globalmente — a maior parte com sede em Londres e investimentos no Reino Unido. O negócio pode ser bem maior, de acordo com o site Lawyerist.com. &#8220;Basta fazer uma pesquisa no Google com as palavras lawsuit fund (financiamento de ação judicial), para ver como isso se transformou em um grande negócio.&#8221;</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>O financiamento de ações judiciais não é um fenômeno novo, diz a Private Wealth. A novidade é o interesse de grandes empresas financeiras, que buscam diversificação para seus investimentos. A ideia foi emprestada da prática de advogados especializados em mover ações por danos ou por indenização por acidentes, que aceitam casos em troca de uma percentagem do que for obtido por acordo ou por decisão judicial. E foi adaptada para disputas empresariais, especialmente nas áreas de propriedade intelectual, contrato, antitruste, falência e seguros. Muitas vezes, uma empresa de pequeno porte tem um caso valioso — cuja tese é bem fundamentada — contra uma grande corporação, mas não tem dinheiro para contratar uma banca à altura do processo. Esse foi o filão descoberto pelas grandes empresas financeiras.</em></p>
<p><em>Mas muitos advogados, liderados por algumas das grandes bancas americanas (como a Skadden), se opõem à essa prática. Há questões de ética a serem discutidas. Uma dúvida é sobre a necessidade dos julgadores (juízes e jurados) saberem que há interesses financeiros por trás de um caso. Além disso, os advogados podem, por exemplo, ficar sob pressão dos investidores — ou ser influenciados por eles — para tomar alguma decisão. Os investidores não estão preocupados com as regras que regem o exercício da profissão ou com a lisura dos procedimentos processuais. A eles interessam o retorno de seus investimentos.</em></p>
<p><em>Há ainda o receio de que o mercado financeiro traga para o meio jurídico alguns de seus próprios problemas. Por exemplo, muitas vezes operações financeiras são associadas a apostas. A revistaLaw Society Gazette, do Reino Unido, ilustrou uma reportagem sobre o assunto com uma imagem de cartas de baralho e fichas de pôquer.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realmente, este assunto não é novo. Nos anos 90 já conheci advogados que faziam algo similar a isto (sem envolver empresas e financeiras), mas envolvia patrocinio em prol de resultados. Hoje igualmente temos isto no Brasil, embora não de forma aberta como proposto na notícia, envolvendo financeiras e tudo mais.</p>
<p>A pergunta é: Estamos diante de um novo mercado? Será que no Brasil daria/dará certo?</p>
<p>Questiono, pois aqui temos um judiciário que limita em muito as demandas ditas &#8220;milionárias&#8221;, dando cada vez menores honorários aos advogados e principalmente deixando as ações em um patamar numérico pequeno, muitas vezes.</p>
<p>E mais: O marketing jurídico deste tipo de demanda seria como? Como demonstrar que uma ação vai atrair resultados deste ou daquele vulto?</p>
<p>Fica a reflexão&#8230;</p>
<p><strong>O que você acha? </strong>Este tipo de mercado é viável ou é muito mercantilista?</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br/">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
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		<title>Parte I – O que contribui para sua e a felicidade do outro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:30:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cristiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[RH]]></category>

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		<description><![CDATA[Parte I – O que contribui para sua e a felicidade do outro Estruturas sociais e interesses individualizados têm levado a bancarrota muitas iniciativas de tornar a vida das pessoas dentro da empresa mais plena, com uma gestão de suas gentes voltada para felicidade. Por alimentarmos ainda uma engrenagem conservadora, uma ética do viver fortemente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a class="highslide" href="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2012/01/desapego.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-1931" src="http://www.direitoenegocios.com/wp-content/uploads/2012/01/desapego-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Parte I – O que contribui para sua e a felicidade do outro</h2>
<p>Estruturas sociais e interesses individualizados têm levado a bancarrota muitas iniciativas de tornar a vida das pessoas dentro da empresa mais plena, com uma <a href="http://www.institutoeckart.com/gestao-de-pessoas-no-instituto-eckart-1630.html">gestão</a> de suas gentes voltada para felicidade. Por alimentarmos ainda uma engrenagem conservadora, uma ética do viver fortemente ligada à satisfação imediata, é condescendente ou cooperado na tremenda confusão que existe entre sucesso e realização.<br />
Conforme o conceito de Personalidade Autotélica, elaborado pelo psicólogo norte-americano Mihály Csíkszentmihályi, a realização vem de dentro, e se orienta para um fim que o próprio indivíduo se coloca. Já no que diz respeito ao sucesso, o indivíduo está orientado para o lado de fora, o exterior, aquilo que socialmente acreditamos impressionar os que nos cercam.<span id="more-1930"></span><br />
Já que o sucesso é uma coisa de dentro para fora e a trajetória da felicidade, um bem extremamente relacionado com nosso interior e a nossa capacidade de nos auto-realizarmos, a jornada tem se dado de forma muito frustrante em todos os seres. Pessoalmente e também corporativamente temos empregado muito mais energia em valores que são incontornáveis para nossa vida e para a vida dos que compartilhamos como uma busca da realização apenas nos aspectos materiais, ascensão a qualquer preço, profissões apenas por sua remuneração no mercado, grupinhos de tomada de decisão na empresa para defender uma zona de conforto, frequentar ambientes por pura obrigação social. O dinheiro tem estado na ordem de prioridades como número um e fechado as portas de muitas coisas bonitas que poderiam e podem acontecer quando pessoas se reúnem para o fazer, que é o caso da <a href="http://www.institutoeckart.com/gestao-de-pessoas-no-instituto-eckart-1630.html">Gestão de Pessoas</a>.<br />
Resta-nos servir para amar e evitar se servir para não se apegar, a primeira obstrução para ser feliz. Hoje tudo nos promete felicidade. O novo micro ondas nos promete felicidade num cozinhar dos deuses, o carro com tecnologia avançadíssima promete que nunca nos deixará na mão, a banda larga nos promete felicidade, porque vamos voar ao invés de navegar, a jóia promete a felicidade de encantar alguém que amamos e o presente promete a felicidade de ocupar o vazio que deixamos em não estar mais presente com nossos filhos. E cada vez que compramos estas felicidades, mais nos obrigamos a comprar mais, pois falecem com a mesma intensidade que chegam pela razão de sua efemeridade.<br />
Felicidade se dá no fluxo, em alguns momentos fugazes como aqueles que temos praticado, que no primeiro vento, lá se foi à felicidade se escapando pelas nossas mãos. Outros fluxos são aqueles consistentes, que perduram no seu ato, consolidam-se na sua atitude e ficam memorizados em nossas mentes, como é o caso de servir para amar. Se não me dou conta que é esse servir, esse desapego das minhas satisfações imediatas, que me conduzem para um fluxo mais permanente de felicidade. Violando-me incessantemente e me auto-iludindo com essas artimanhas da coisificação dos sentimentos em algum momento se dará o conflito emocional.<br />
De uma forma ou de outra, mesmo não desejado, a vida é pontual em relação ao desapego. Dá sinais, manda recados e se não executados, ela mesmo se encarrega da correção. A vida não é cruel, mas é justa e os justos não perdoam, educam. Uma <a href="http://www.institutoeckart.com/gestao-de-pessoas-no-instituto-eckart-1630.html">Gestão de Pessoas</a> com fins de liderança educativa, ela há de se incomodar e comportar-se conforme a natureza, educando em direção do desapego, no servir para amar.<br />
É da responsabilidade do gestor, principalmente dele, estar atento que os sujeitos do seu grupo estejam realizando entre si um adquirido, um vivido, um convivido, um duradouro.  Sem medo, estejam alimentando e sendo alimentados dos seus e dos princípios de todos, das suas e das crenças de todos, dos seus e dos propósitos de todos, dos seus e dos sonhos de todos. Não temos o direito de encarcerar nem o que é nosso muito menos o que é do outro. Nada nos pertence, só essa vontade de não possuir nada. Ser livre é o maior sucesso que todos desejamos atingir. Mas não se apegar é um exercício diário, um vencer a si mesmo.</p>
<h2><a href="http://www.institutoeckart.com/wp-content/uploads/2012/01/prof-paulo.jpg"><img src="http://www.institutoeckart.com/wp-content/uploads/2012/01/prof-paulo.jpg" alt="Gestão de Pessoas – Desapego" width="120" height="155" /></a>Paulo Ricardo Silva Ferreira</h2>
<p>Educador Facilitador. Presidente do Instituto Eckart Desenvolvimento Humano e Organizacional. Doutor em Ciências Empresariais pela Universidade de Leon/Espanha, administrador de empresas, curso de psicologia, pós-graduado em administração hospitalar. Professor universitário em cursos de graduação e pós-graduação. Consultor em estratégia empresarial, desenvolvimento organizacional (DO), comportamento, mudança intervencionista e inteligência empresarial da Eckart Consultoria. Presidente da Fundação dos Administradores do Rio Grande do Sul. Palestrante nacional destacado pela abordagem multidimensional das organizações, abordando temas como valores humanos, ética, comportamento e desenvolvimento humano continuado e pensamento estratégico.</p>
<p><strong>Redator: Sander Machado</strong><br />
Profissional de comunicação, redator. Coordenador do Núcleo Celebração do Instituto Eckart. Diretor Criativo da ILê Comunicação. Entre outros prêmios já conquistou Top Nacional de MARKETING ADVB, ESPM/RS, Mérito Lojista, ANAMACO e Central Outdoors.</p>
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		<title>Comunicação interna. Observe!</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 02:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das situações mais complexas que enfrentamos na sociedade e nas empresas é a comunicação. Seja ela direta, seja indireta. Com clientes internos e externos. A comunicação é mais do que fundamental, é imprescindível. Ela é o grande benefício e o grande mal de todas organizações&#8230; Se bem conduzida, temos canais de soluções. Se gerar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/comunicacao.jpeg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/comunicacao-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Uma das situações mais complexas que enfrentamos na sociedade e nas empresas é a comunicação. Seja ela direta, seja indireta. Com clientes internos e externos.</p>
<p>A comunicação é mais do que fundamental, é imprescindível. Ela é o grande benefício e o grande mal de todas organizações&#8230;</p>
<p>Se bem conduzida, temos canais de soluções. Se gerar mal entendidos, pode ser o sucumbir da empresa.</p>
<p>Para termos uma comunicação eficiente alguns pontos devem ser observados, entre eles, destaco:</p>
<blockquote><p><strong>1. Mantenha o canal de comunicação aberto</strong></p></blockquote>
<p>Muitas empresas se dizem abertas, que escutam os funcionários e clientes, mas, na verdade, pensam que ter um SAC ou Ouvidoria apenas, resolve. Ledo engano. Ouvir significa reagir.</p>
<p>Se um cliente interno ou externo relata algo, isto precisa de uma sequencia, precisa ser resolvido ou pelo menos dado uma satisfação a quem levantou o questionamento.</p>
<p>Apenas ouvir e deixar anotado não irá realizar uma comunicação eficiente.</p>
<blockquote><p><strong>2. Escute muito</strong></p></blockquote>
<p>Não basta fazer discursos, dizer que a empresa está crescendo, sempre buscar a melhor tecnologia se você não escuta o que o seu funcionário tem a dizer. Ele pode &#8211; e normalmente tem &#8211; boas ideias, boas sugestões.</p>
<p>Mantenha a ideia da porta aberta. Incentive o colaborador a conversar. Crie reuniões produtivas (no máximo 1 hora). Enfim, esteja presente na evolução da empresa.</p>
<blockquote><p><strong>3. Sempre tenha uma versão oficial</strong></p></blockquote>
<p>Muitas vezes temos problemas de comunicação porque acontecem fatos na empresa que deveriam ser comunicados (saída de um colaborador, por exemplo) e não são. Daí temos a famosa conversa de corredor, dando motivos, porques e até mesmo inventando outras coisas para a saída deste. Ora, uma versão oficial da empresa resolve isto. Depois de uma versão oficial, se alguém quiser comentar outra coisa, problema dele, a empresa tem o seu porque e comunicou. Este comunicado também evita que outras pessoas sintam-se ameaçadas por algo que não existe.</p>
<p>Enfim,</p>
<p>A comunicação deve ser intelegível, ou seja, atingir os objetivos de comunicar uma parte com a outra. Se isto não está acontecendo, algo está errado e devemos identificar e resolver o mais breve possível, pois a comunicação truncada se espalha rápido e tem efeitos devastadores&#8230; Flecha lançada e palavra dada não voltam atrás&#8230;</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br/">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
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		<item>
		<title>Piratas e gestão</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 01:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada na exame on line um artigo muito interessante descreveu porque o personagem Jack Sparrow, do filme Piratas do Caribe seria um bom gestor. Na carona desta ideia, escrevo este artigo com os tópicos apresentados no artigo e ideias minhas sobre o tema. Para ler na íntegra o artigo, clique aqui. O autor coloca 4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/JackSparrow.jpeg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/JackSparrow-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Semana passada na exame on line um artigo muito interessante descreveu porque o personagem Jack Sparrow, do filme Piratas do Caribe seria um bom gestor.</p>
<p>Na carona desta ideia, escrevo este artigo com os tópicos apresentados no artigo e ideias minhas sobre o tema.</p>
<p>Para ler na íntegra o artigo, clique <a href="http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/sua-empresa-e-um-navio-pirata-nao-entao-preocupe-se?page=1&amp;slug_name=sua-empresa-e-um-navio-pirata-nao-entao-preocupe-se" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>O autor coloca 4 fatores que fariam de um pirata um bem sucedido gestor. Vamos analisá-los!</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong><em>1. “Nós contra o mundo”</em></strong></p>
<p><em>Imagine um bando de piratas em alto-mar, sem nenhuma terra à vista e com os víveres contados. Em certa medida, é o mesmo que gestores enfrentam todo o dia, quando iniciam um projeto: recursos contados e uma meta distante. Para Devore, a lição é clara: evite que a equipe se sinta confortável. Nada une mais as pessoas do que a sensação de que estão por sua própria conta, e de que os resultados não são bons o bastante para ninguém relaxar.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma grande verdade este resultado. Os gestores tem recursos limitados, ideias mil pela cabeça e querem cada vez mais resultados, sendo que uma equipe que apenas se sente segura, parecendo funcionários públicos, não poderá ser produtiva para estes ideais de crescimento e sucesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong><em>2. Mantenha todos de olho no tesouro</em></strong></p>
<p><em>É claro que os piratas só aceitavam isso porque tinham uma meta clara: enriquecer saqueando e descobrindo tesouros. A ordem no navio era mantida, em parte, porque ninguém queria ser jogado aos tubarões e deixar que os outros seguissem rumo ao ouro. A lição: para mobilizar as pessoas, é preciso acenar com metas claras que, se atingidas, vão beneficiar a todos.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é o tesouro do seu negócio? Apenas o seu lucro? O que os funcionários conquistam se as metas forem cumpridas? Trabalhar é uma troca, onde um entra com o trabalho (funcionário) e ganha uma recompensa (financeira, estudo, etc). Se não for assim, não vale a pena. Cadê o tesouro?</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong>3. Não permita que a ambição se volte para dentro do navio</strong></p>
<p>Alguns piratas preferiam roubar seus companheiros de viagem a se contentar com o seu quinhão no butim. O paralelo disso nas empresas, segundo Devore, ocorre em duas situações: quando as metas foram cumpridas e não há nada de desafiador no horizonte, ou quando simplesmente a empresa as perde de vista. Nestes momentos, alguns preferem cobiçar o cargo e os bônus dos colegas a fazer o seu trabalho. Um desperdício de energia para toda a equipe.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mantenha a cenoura longe que o burro vem atrás, já diz o brocardo. Ou temos metas, plano de carreira, futuro dentro da empresa para que as pessoas possam evoluir, ou elas simplesmente criarão ilusões com seus pares e nada se frutificará.</p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><strong><em>4. Mantenha o espírito de aventura</em></strong></p>
<p><em>Pirata que é pirata não se contenta com um único baú de moedas de ouro. Pirata por vocação busca não só o tesouro, mas também a aventura. E é assim que as empresas devem se comportar, segundo Devore. Uma vez batida uma meta ou entregue um projeto, é preciso distribuir os ganhos e&#8230; partir para o próximo desafio. Só assim a equipe não vai se desmobilizar e começar a se embriagar de rum no tombadilho, enquanto o navio corre sem rumo.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Cadê a ambição? Sem ela não temos como crescer, quer como pessoa, quer como empresa. As pessoas devem ser motivadas a vender a empresa, sua marca, seu produto/serviço, enfim, as pessoas/funcionários devem ser o marketing mais forte da empresa.</p>
<p><strong>Enfim,</strong></p>
<p>Coloque o Jack Sparrow na sua empresa e faça a diferença em 2012!</p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br/">www.gestao.adv.br</a> |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
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		<title>SHOPPING CENTER D OFERECE DIVERSÃO NAS FÉRIAS ESCOLARES</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 12:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema 3D, videogames de última geração e um grande parque de diversões são algumas das opções à disposição da garotada durante o recesso O Shopping Center D, um dos mais completos e frequentados centros de compra da zona norte da capital, oferece uma série de atrações para o período de férias escolares. Para divertir crianças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cinema 3D, videogames de última geração e um grande parque de diversões são algumas das opções à disposição da garotada durante o recesso</p>
<p>O Shopping Center D, um dos mais completos e frequentados centros de compra da zona norte da capital, oferece uma série de atrações para o período de férias escolares.  Para divertir crianças e adolescentes, o empreendimento possui cinema, videogames de última geração e um dos maiores parques de diversão indoor da zona norte. </p>
<p>Magic Games – Localizado no piso térreo, o Magic Games é uma das principais atrações do shopping para as férias. Composto por dois grandes complexos, onde se encontram um grande parque infantil e um espaço de diversões eletrônicas, o Magic Games conta com fliperamas, videogames de última geração, tobogã, piscina de bolinha e até uma mini-roda gigante. De segunda a quinta, 30 minutos no playground sai por R$ 8 e, de sexta, sábado, domingo e feriados, R$ 10. No espaço de jogos eletrônicos, os adolescentes têm a opção de jogar consoles, como Playstation 3 e Xbox 360 em cabines especiais, por apenas R$ 2,50 a rodada de 10 minutos.</p>
<p>Cinema – As salas de cinema do complexo Cinemark do Shopping Center D apresentam três filmes com classificação livre: Gato de Botas, uma aventura do felino de Shrek em busca da galinha dos ovos de ouro; Compramos um Zoológico, a história de um pai que tenta reformar um zoológico em decadência junto com os seus filhos; e Alvin e Os Esquilos 3, com as confusões dos amigos durante as férias em um luxuoso cruzeiro.</p>
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		<title>Redes Sociais. Alguém ainda duvida?</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2012/01/redes-sociais-alguem-ainda-duvida/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 23:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Jurídico]]></category>

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		<description><![CDATA[Há bastante tempo anunciamos a importância das redes sociais no contexto de integração da marca com possíveis e clientes ativos, bem como no ranking dos buscadores. Alguns profissionais pensam que basta ter um perfil na rede para estarem prontos. Ledo engano. Há necessidade de muito mais. Precisa ter um perfil completo, precisa ter um perfil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/redessociais2.jpg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/redessociais2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Há bastante tempo anunciamos a importância das redes sociais no contexto de integração da marca com possíveis e clientes ativos, bem como no ranking dos buscadores.</p>
<p>Alguns profissionais pensam que basta ter um perfil na rede para estarem prontos. Ledo engano. Há necessidade de muito mais. Precisa ter um perfil completo, precisa ter um perfil atrativo e mais e quiçá o mais importante de tudo: Precisa ser atualizado constantemente.</p>
<p>Uma prova desta realidade não futura, mas presente, foi uma reportagem da semana passada que mostra o trabalho que o Google tem feito junto as redes sociais para disponibilizar em seus resultados aquilo que está no perfil das redes sociais.</p>
<p>Vejamos parte desta entrevista: (quer conferir na íntegra? Clique <a href="http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/google-esta-mudando-o-funcionamento-de-sua-busca" target="_blank">aqui</a>)</p>
<blockquote><p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8220;Estamos trazendo o seu mundo, rico de pessoas e informação, para a busca&#8221;. É assim que o Google define o Search, Plus Your World, uma repaginada no mecanismo de busca do titã da internet. <a href="http://googleblog.blogspot.com/2012/01/search-plus-your-world.html" target="_blank">De acordo com o post no blog oficial</a> da empresa, o novo recurso visa integrar mais as redes sociais aos resultados de busca do Google.</em></p>
<p><em>Basicamente, funciona da seguinte forma: hoje, você depende muito de páginas públicas, criadas por qualquer pessoa. A ideia do Google é manter essa capacidade, mas indexando também conteúdos de seus amigos em redes sociais relacionados ao termo buscado. Em outras palavras, se procurar por um determinado produto ou local, postagens de seus amigos no Facebook ou no Plus, relacionadas ao que foi procurado, também estarão nos resultados, em uma guia separada.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em bom português, se você atualiza com frequencia, tem amigos e os assuntos que posta são relevantes, você estará cada vez mais disponível para ser localizado e encontrado nas redes sociais.</p>
<p>E a pergunta que não quer calar: Como você está usando as redes sociais hoje?</p>
<p>Tem perfil pelo menos no Twitter, Facebook e LinkedIn?</p>
<p>Isto é o básico&#8230;</p>
<p>Não fique longe das redes sociais, você pode estar fora do mundo de hoje&#8230;</p>
<p>______________________________________________<br />
Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr</p>
<p>www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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		<title>A história de uma folha</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2012/01/a-historia-de-uma-folha/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 23:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana irei trazer textos de reflexão, com alguns comentários profissionais, para iniciarmos o ano pensando em como podemos fazer diferente e fazer a diferença! Hoje temos uma linda história de Leo Buscaglia: &#160; A HISTÓRIA DE UMA FOLHA LEO BUSCAGLIA Era uma vez uma folha, que crescera muito. Surgira na primavera, como um pequeno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana irei trazer textos de reflexão, com alguns comentários profissionais, para iniciarmos o ano pensando em como podemos fazer diferente e fazer a diferença!</p>
<p>Hoje temos uma linda história de Leo Buscaglia:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>A HISTÓRIA DE UMA FOLHA</em></strong></p>
<p><em>LEO BUSCAGLIA</em></p>
<p><em>Era uma vez uma folha, que crescera muito. Surgira na primavera, como um pequeno broto num galho grande, perto do topo de uma árvore alta. A folha estava cercada por centenas de outras folhas , iguais a ela. Ou pelo menos parecia. Mas não demorou muito pra que descobrisse que não havia duas folhas iguais, apesar de estarem na mesma árvore.</em></p>
<p><em>Todas haviam crescido juntas. Aprenderam a dançar à brisa da primavera, a se esquentar ao sol de verão, a se lavar na chuva fresca…</em></p>
<p><em>Os passarinhos vinham pousar nos galhos e cantar, havia sol, lua, estrelas, tudo….</em><br />
<em>As pessoas íam ao parque, sentar à sombra da árvore, no verão. E esse é o propósito da árvore – uma razão para existir!</em></p>
<p><em>Tornar as coisas mais agradáveis para os outros é uma razão de existir. Proporcionar sombra aos velhinhos, oferecer um lugar fresco para as crianças brincarem. Abanar as folhas como brisa…</em></p>
<p><em>E assim o verão foi passando. A folha admirava tudo, olhava tudo…</em></p>
<p><em>E chegou o frio. A folha ficou assustada, nunca sentira frio, e todas as outras folhas estremeceram com o frio, ficaram todas cobertas por uma camada fina de branco, que num instante derreteu e deixou-as encharcadas de orvalho, faiscando ao sol.</em></p>
<p><em>Foi a primeira geada… O inverno viria em breve.</em></p>
<p><em>Quase que imediatamente, toda a árvore se transformou num esplendor de cores. Quase não restava nenhuma folha verde. Amarelo, laranja intenso, vermelho ardente, dourada. Um arco íris de folhas!</em></p>
<p><em>E porque ficaram diferentes?</em></p>
<p><em>Por que tiveram experiências diferentes, receberam o sol de maneira diferente, projetaram sombras de maneira diferente. Era o outono chegando…</em></p>
<p><em>E a mesma brisa que, no passado as fazia dançar, começou a empurrar e puxar suas hastes, quase como se estivesse zangada. Isso fez com que algumas folhas fossem arrancadas de seus galhos e levadas pela brisa, reviradas pelo ar, antes de caírem suavemente ao solo. E é isso que acontece no outono, algumas pessoas chamam de morrer…</em></p>
<p><em>E a cada folha que caía, a árvore ía ficando despida. Como se cada folha fosse morrendo… E elas voltam na outra primavera? Mistério… Talvez não, mas a vida volta. E qual a razão para tudo isso?</em></p>
<p><em>A razão das folhas é dar sombra, brisa… e quando caem, elas dão força para as árvores, como se entrassem em suas raízes. As folhas “voltam” dando vida novamente.</em></p>
<p><em>A folha caiu… não sabia que se juntaria com a água e serviria para tornar a árvore mais forte.</em></p>
<p><em>E, principalmente, não sabia, que ali, na árvore e no solo, já havia planos para novas folhas na primavera.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Você foi demitido? Está achando que seu profissionalismo acabou?</p>
<p>Assim como a folha, tudo na vida se renova. Aquilo que você está achando ruim hoje pode ser justamente necessário para o seu crescimento, sua maturidade profissional.</p>
<p>Pense sem as amarras do sentimento. Pense claramente com a sua razão:</p>
<p><strong>O que você está fazendo para fazer a diferença profissionalmente?</strong></p>
<p><strong>Quanto de conhecimento você agregou?</strong></p>
<p><strong>Quanto de confiança e liderança você emana?</strong></p>
<p>Todos somos como folhas nesta vida&#8230; Chega uma hora que vamos voltar a ser pó, já que de lá viemos. Agora, a vida é feita de momentos. Então, podemos dizer logicamente, que cada momento, cada pedaço de vida tem um início, meio e fim. Um trabalho é assim. Um namoro, casamento também pode ser. Tanto na vida pessoal como na vida profissional temos esta verdade. O importante não é pensar no fim, é pensar em como cada momento será curtido, sentido, vivido com toda sua intensidade.</p>
<p>Não aceite a monotonia e a metade na sua vida. Seja inteiro em tudo que fizeres. Doe-se ao seu trabalho, doe-se ao seu amor. O mais importante é doar-se, pois somente podemos dar aquilo que somos, então, somente através do doar podemos ser verdadeiramente nós mesmos.</p>
<p>Ame. Aprenda. Amadureça, mas nunca esqueça de tomar um banho de chuva, de dizer te amo, de estar junto com quem te faz bem. Penso que este é o ensinamento da folha. <strong>E você, o que acha?</strong></p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
<a href="http://www.gestao.adv.br">www.gestao.adv.br</a>  |  <a href="mailto:gustavo@gestao.adv.br">gustavo@gestao.adv.br</a></p>
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		<item>
		<title>MAGAZINE LUIZA DO SHOPPING CENTER D PROMOVE LIQUIDAÇÃO DE ATÉ 70%</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 12:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Magazine Luiza, do Shopping Center D, um dos mais completos e frequentados centros de compras da Zona Norte, realiza, na próxima sexta-feira (6), liquidação de produtos com até 70% de desconto. Para atender a demanda de clientes, a loja terá horário especial de funcionamento, das 5 às 13 horas e no dia 5 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Magazine Luiza, do Shopping Center D, um dos mais completos e frequentados centros de compras da Zona Norte, realiza, na próxima sexta-feira (6), liquidação de produtos com até 70% de desconto. Para atender a demanda de clientes, a loja terá horário especial de funcionamento, das 5 às 13 horas e no dia 5 de janeiro, estará fechada.</p>
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		<title>Modernização no Siarco causa demora na JCDF</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/12/modernizacao-no-siarco-causa-demora-na-jcdf/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 14:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[A Junta Comercial do Distrito Federal está passando por mudanças. A novidade é a modernização do Sistema Integrado de Registro Mercantil (Siarco). A ferramenta é utilizada em praticamente todas as Juntas do País e responsável pela realização de todos os serviços referentes ao registro de empresas, do protocolo à digitalização. Para os usuários dos serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Junta Comercial do Distrito Federal está passando por mudanças. A novidade é a modernização do Sistema Integrado de Registro Mercantil (Siarco). A ferramenta é utilizada em praticamente todas as Juntas do País e responsável pela realização de todos os serviços referentes ao registro de empresas, do protocolo à digitalização.</p>
<p>Para os usuários dos serviços da JCDF, que reclamam dos problemas causados pela modernização, a recomendação feita pelo Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Distrito Federal (Sescon/DF) é de cautela e muita calma.</p>
<p>“Temos conhecimento dos problemas enfrentados [demora e falta de informações sobre os processos] e debatemos com quem é de direito resolver. Entretanto, será preciso de um tempo de adequação às novidades, assim, futuramente teremos um sistema mais seguro e dinâmico para nos atender”, explicou Cláudio Júnior, presidente do Sescon-DF, ao deixar a reunião, nesta última terça-feira, (20), com o diretor do Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC), João Elias Cardoso.</p>
<p>De acordo com Cardoso, a nova versão do Sistema vai facilitar os processos internos de registro, gerando, consequentemente, mais agilidade e qualidade no atendimento aos empresários. “O objetivo é melhorar as aplicações, tornando-as mais práticas e fáceis, porque serão totalmente via navegador de internet”, define.</p>
<p>Para simplificar o processo, serão extintas exigências burocráticas e harmonizadas as exigências legais. Para reduzir os custos e prazos, serão eliminados pontos críticos e implantados processos que utilizem tecnologia da informação. O Processo &#8220;zero erro&#8221; reduzirá o re-trabalho. A eficiência e eficácia serão maiores com a integração de processos operacionais, e a capacitação dos funcionários e integração dos cadastros na JCDF trará maior satisfação ao usuário.</p>
<p>“Com este novo sistema esperamos que haja uma maior integração de informações entre a Junta e o cidadão. No casso de nossos associados, vamos lutar pelo tratamento diferencial que sempre oferecemos”, atesta Cláudio.</p>
<p>O SIARCO</p>
<p>É uma ferramenta eletrônica que concentra informações de pessoas jurídicas, facilitando o processo de pesquisa e levantamento de dados. Podem ser consultados diferentes dados de uma empresa, como filiais, concessionárias, sócios e titulares, administradores, representantes legais, participação em outras empresas, antecessoras/sucessoras, sócios anteriores e bloqueios.</p>
<p>A proposta beneficia o usuário que passa a saber em qualquer lugar, desde que tenha acesso a internet, informações da exigência do processo. E pode vir à Junta Comercial com a exigência cumprida. Tudo isso através do site da JCDF.</p>
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		<title>Número 3</title>
		<link>http://www.direitoenegocios.com/2011/12/numero-3/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 20:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gustavo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode não acreditar em numerologia, em coincidências numéricas, etc, mas inegavelmente o número 3 está intimamente ligado a sua vida. Além das curiosidades, o número 3 tem algo forte com a as ações que devemos tomar em nossas vidas. Vamos ver como isto é verdadeiro? Curiosidades: Religião Católica: Santíssima Trindade; Poderes: Legislativo, Executivo e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2011/12/tres.jpg"><img src="http://gestao.adv.br/wp-content/uploads/2011/12/tres-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Você pode não acreditar em numerologia, em coincidências numéricas, etc, mas inegavelmente o número 3 está intimamente ligado a sua vida.</p>
<p>Além das curiosidades, o número 3 tem algo forte com a as ações que devemos tomar em nossas vidas.</p>
<p>Vamos ver como isto é verdadeiro?</p>
<p><strong>Curiosidades:</strong></p>
<p dir="ltr">Religião Católica: Santíssima Trindade;</p>
<p dir="ltr">Poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário;</p>
<p dir="ltr">Comédia: 3 Patetas;</p>
<p dir="ltr">Literatura: 3 Porquinhos;</p>
<p dir="ltr">Na democracia: 3 são necessários para não termos empate.</p>
<p dir="ltr">Pedido de socorro: Fazer 3 fogueiras é um pedido de socorro, pois 3 é um número mundial.</p>
<p dir="ltr">Simbologia familia: 1 homem, 1 mulher, 1 filho</p>
<p dir="ltr"><strong>Curiosidade Bíblica:</strong></p>
<p dir="ltr">Jesus tinha 12 anos (1+2=TRÊS) quando debateu com os mestres do Templo, demonstrando pela primeira vez sua sabedoria e sua predestinação. Passou 18 anos se preparando para sua missão, dos 12 anos (1+2=TRÊS) até os 30 anos (3+0 = TRÊS) Foi batizado e começou a pregar com 30 anos, (3+0 = TRÊS), Teve 12 discípulos (1+2= TRÊS) e foi traído pelo apóstolo Judas Iscariotes por 30 moedas (3+0=TRÊS) . Revelou que Pedro o negaria TRÊS vezes. Jesus foi crucificado entre dois bandidos, eram TRÊS no Calvário, TRÊS cruzes. Foram 3 pregos para crucificá-lo. Foi pregado na Cruz na TERCEIRA hora, morreu com 33 anos (TRÊS, TRÊS). TRÊS mulheres foram cuidar de seu corpo; Maria Madalena, Salomé e Maria mãe de Thiago (a outra Maria), ressuscitou no TERCEIRO dia &#8230;</p>
<p><strong>Como vejo:</strong></p>
<p dir="ltr">Já para mim, o número 3 significa algo diferente.  Na vida sempre temos duas escolhas, quando tiramos os sentimentos: Sim ou não. Ou seja, é a famosa dualidade.</p>
<p dir="ltr">Mas, em fato, numa decisão podemos ter dois elementos de caráter decisório, todavia, um terceiro elemento é fundamental: O verbo, a ação. Com o verbo, a decisão que tomamos se transforma em 2 a 1, pois será a decisão e o verbo de ação contra apenas a decisão vencida.</p>
<p dir="ltr">Adianta ter conhecimento, tomar decisões e depois não agir, não fazer nada a respeito?</p>
<p dir="ltr">Ao meu ver, além da dualidade, a força, o verbo de ação é que pode e faz a diferença.</p>
<p dir="ltr">Seja a mudança que você quer ver no mundo, já disse Gandhi. Então, sejamos o verbo de ação contra a dualidade que fica em cima do muro!</p>
<p dir="ltr"><strong>Isto sim é o número 3 em ação!</strong></p>
<p>E como você vê o número 3 no seu negócio? Você está usando a ação em cima da decisão para fazer a diferença ou continua com decisões que não saem do papel?</p>
<p>Seja o verbo de ação hoje!</p>
<p>Até a mais longa caminhada começa com o primeiro passo, já diz o brocardo Chines. <strong>Vá a luta!</strong></p>
<p>______________________________________________</p>
<p>Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr<br />
www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br</p>
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